Mês: junho 2018

#HÉRNIA DISCAL CERVICAL

Postado em

HÉRNIA DISCAL CERVICAL – DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO

Resultado de imagem para hernia discal cervical

 

 

Se sente dor no pescoço, que se espalha para os ombros, braços e mãos e sensação de formigueiro ou dormência nas mãos, pode ter uma HÉRNIA DISCAL CERVICAL.

A hérnia de disco cervical ocorre quando um fragmento da parte interna do disco (o núcleo pulposo) escapa através de uma rotura na camada externa (o anel fibroso). Pode ocorrer em qualquer idade e está relacionada, geralmente, com o processo degenerativo da coluna vertebral, embora possa também ser provocada por um traumatismo. Normalmente o desenvolvimento destas alterações deve-se a um conjunto de fatores como: má postura, sedentarismo, movimentos repetitivos, stress e fatores genéticos.

Dado que a região cervical tem ligação com diversas partes do corpo (cabeça, ombros, tórax e região lombar), tarefas simples do quotidiano podem ser desconfortáveis e dolorosas.

Os sintomas de hérnia mais frequentes são espasmos musculares, dificuldade nos movimentos do pescoço, dor que começa na nuca e irradia para os ombros e couro cabeludo, sensação de peso nos ombros e parte alta das costas por vezes acompanhada de ardência, formigueiro ou dormência dos braços e mãos, dores de cabeça e diminuição da força num ou nos dois braços. Na região cervical, a hérnia pode comprimir uma das raízes nervosas cervicais e o sintoma principal é uma dor forte num dos braços (braquialgia), ou pode comprimir a medula provocando uma quadro neurológico grave (mielopatia).

Embora o médico possa ter uma suspeita com base nos sintomas e exame clínico, o diagnóstico da hérnia discal cervical é feito com recurso a exames de imagem, realizados no Trofa Saúde Hospital com equipamentos de última geração.

O exame mais rápido e acessível é a RADIOGRAFIA DA COLUNA CERVICAL, que permite ver alterações degenerativas da coluna cervical, mas não permite efetuar o diagnóstico. A TAC já permite efetuar o diagnóstico da hérnia mas não é o exame que apresenta as melhores imagens sobre as partes moles e sobre a compressão da medula ou sobre as raízes nervosas. O exame essencial para o diagnóstico é a RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR que permite ver as características dos discos e aferir o diagnóstico preciso. É um exame mais caro e demorado, mas não implica radiação para o doente. Também poderá ser necessário realizar uma ELECTROMIOGRAFIA, para análise do grau de atingimento das raízes nervosas, e despiste da compressão de nervos periféricos.

Depois do diagnóstico de HÉRNIA DISCAL CERVICAL, o que fazer? Embora na maior parte das vezes haja dor acentuada no pescoço e por vezes nos braços, esta vai passando com o tempo e com tratamento conservador, ou seja, com medicação analgésica e/ou anti-inflamatória, relaxantes musculares, calor e massagensou Fisioterapia.

Nos doentes com dor resistente ao tratamento, é necessário operar. A cirurgia de hérnia, em casos com boa indicação, dá uma percentagem de cura elevadíssima, com uma boa recuperação e poucas dores. Há vários tipos de cirurgias de hérnia discal cervical, mas a mais comum é através de uma incisão anterior transversal do pescoço, com extração da hérnia e do disco intervertebral, e substituição por uma cage cervical (espaçador com espaço no meio), mantendo a altura entre as vertebras e sua fusão.

 

Redigido por Dr.ª Helena Vaz , Ortopedista especializada em Coluna e Dr. Nuno Bastos, Ortopedista 

#Hypertension artérielle

Postado em

 Qu’est-ce que c’est ?

Imagem relacionada

 

L’hypertension artérielle est définie par une augmentation des chiffres de la pression artérielle, habituellement en rapport avec des anomalies de fonctionnement du système vasculaire.

L’hypertension artérielle est définie par deux chiffres :

  • La pression artérielle systolique (PAS), chiffre le plus élevé, qui mesure la pression artérielle au moment où le cœur se contracte pour éjecter le sang hors de ses cavités. On parle de systole cardiaque.
  • La pression artérielle diastolique (PAD), chiffre le plus bas, qui mesure la pression artérielle au moment où le cœur est en période de remplissage de ses cavités et donc de repos. On parle de diastole cardiaque.
Cette infographie présente les deux types de mesure de la pression artérielle.

 

Les enjeux de l’hypertension artérielle sont tels qu’il s’agit d’un véritable problème de santé publique. De nombreuses études épidémiologiques ont cherché à en apprécier la fréquence et les risques.

L’hypertension artérielle est responsable de 7 millions de morts par an dans le monde, et le nombre d’hypertendus devrait atteindre d’ici à 2025 1,5 milliards de personnes! En France, 31% des 18-74 ans sont hypertendus, indique l’enquête ENNS parue en 2009. Celle-ci précique que: « sur 15 millions d’hypertendus connus, 12 sont traités par des médicaments, mais la pression artérielle n’est contrôlée que chez la moitié. Et un hypertendu sur deux ne connaît pas son état ».

 

blob:http://sante.lefigaro.fr/a4b04c50-c3c8-4c99-84d4-225e8d18dcba

#Burkitt’s Lymphoma

Postado em

Burkitt’s Lymphoma

Overview

Burkitt’s lymphoma is a rare and aggressive form of non-Hodgkin lymphoma. Non-Hodgkin lymphoma is a type of cancer of the lymphatic system, which helps your body fight infections.

Burkitt’s lymphoma is most common in children living in sub-Saharan Africa, where it’s related to the Epstein-Barr virus (EBV) and chronic malaria. Burkitt’s lymphoma is also seen elsewhere, including the United States. Outside of Africa, Burkitt’s lymphoma is most likely to occur in people who have a compromised immune system.

What Are the Symptoms of Burkitt’s Lymphoma?

Burkitt’s lymphoma can cause fever, weight loss, and night sweats. Other symptoms of Burkitt’s lymphoma vary according to type.

Sporadic Burkitt’s Lymphoma

The symptoms of sporadic Burkitt’s lymphoma include:

  • abdominal swelling
  • distortion of facial bones
  • night sweats
  • intestinal obstruction
  • an enlarged thyroid
  • enlarged tonsils

Endemic Burkitt’s Lymphoma

The symptoms of endemic Burkitt’s lymphoma include swelling and distortion of facial bones and a rapid growth of lymph nodes. The enlarged lymph nodes are non-tender. Tumors can grow extremely quickly, sometimes doubling their size within 18 hours.

HIV-Related Lymphoma

The symptoms of HIV-related lymphoma are similar to those of the sporadic type.

What Causes Burkitt’s Lymphoma?

The exact cause of Burkitt’s lymphoma is unknown. Risk factors vary according to geographic location. Studies suggest that Burkitt’s lymphoma is the most common childhood cancer in regions where there is a high incidence of malaria, like Africa. Elsewhere, the greatest risk factors are HIV and AIDS.

What Are the Types of Burkitt’s Lymphoma?

There three types of Burkitt’s lymphoma are sporadic, endemic, and immunodeficiency-related. The types differ with by geographic location and the parts of the body that are affected.

Sporadic Burkitt’s Lymphoma

Sporadic Burkitt’s lymphoma does occur outside of Africa, but it’s rare in the other parts of the world. It’s sometimes associated with EBV. It tends to affect the lower abdomen, where the small intestine ends and the large intestine begins.

Endemic Burkitt’s Lymphoma

This type of Burkitt’s lymphoma is most often seen in Africa near the equator, where it’s associated with chronic malaria and EBV infection. The facial bone and jaw are most often affected. But the small intestine, kidneys, ovaries, and breast may also be involved.

Immunodeficiency-Related

This type of Burkitt’s lymphoma is associated with the use of immunosuppressive drugs like those used to prevent transplant rejection and to treat HIV and AIDS.

Who Is at Risk for Burkitt’s Lymphoma?

Burkitt’s lymphoma is most likely to affect children. It’s rare in adults. The disease is more common in males and people with compromised immune systems, like those who have HIV or AIDS. The incidence is higher in:

  • North Africa
  • the Middle East
  • South America
  • Papua New Guinea

Sporadic and endemic forms are associated with EBV infection. Insect-borne viral infections and herbal extracts that promote tumor growth are possible contributing factors.

How Is Burkitt’s Lymphoma Diagnosed?

A diagnosis of Burkitt’s lymphoma begins with a medical history and physical examination. A biopsy of tumors confirms the diagnosis. The bone marrow and central nervous system are often involved. Bone marrow and spinal fluid are usually examined to see how far the cancer has spread.

Burkitt’s lymphoma is staged according to lymph node and organ involvement. The involvement of bone marrow or the central nervous system means you have stage 4. A CT scan and MRI can help pinpoint which organs and lymph nodes are involved.

How Is Burkitt’s Lymphoma Treated?

Burkitt’s lymphoma is usually treated with combination chemotherapy. Chemotherapy agents used in the treatment of Burkitt’s lymphoma include:

  • cytarabine
  • cyclophosphamide
  • doxorubicin
  • vincristine
  • methotrexate
  • etoposide

Monoclonal antibody treatment with rituximab may be combined with chemotherapy. Radiation treatment may also be used with chemotherapy.

Chemotherapy drugs are injected directly into the spinal fluid to prevent the cancer from spreading to the central nervous system. This method of injection is referred to as “intrathecal.” Patients who get intensive chemotherapy have the best treatment outcomes.

In countries with limited medical resources, treatment is often less aggressive and less successful. Children with Burkitt’s lymphoma have the best prognosis. The presence of intestinal obstruction requires surgery.

What Is the Long-Term Outlook?

The outcome depends on the stage at diagnosis. The outlook is often worse in adults over age 40, but treatment for adults has improved in recent years. The outlook is poor in people who have HIV or AIDS. It’s significantly better in people whose cancer hasn’t spread.

#Dieta e atrofia cerebral: o que dizem as evidências

Postado em

dieta saudavel

Dieta e atrofia cerebral: o que dizem as evidências

Evidências indicam que a dieta é um importante fator de risco modificável para demência. Em novo artigo da revista Neurology, pesquisadores investigaram a relação entre a qualidade da dieta e os volumes do tecido cerebral e lesões vasculares em uma população livre de demência.

Para esse estudo, foi utilizado a base populacional do Rotterdam Study. No total, 4.213 participantes (idade média de 66 anos) foram submetidos à avaliação da dieta e ressonância magnética cerebral entre 2005 e 2015. Um escore de qualidade (0–14) foi calculado com base na adesão às diretrizes dietéticas da Holanda, examinando a ingestão de alimentos nos seguintes grupos: vegetais, frutas, produtos integrais, legumes, nozes, laticínios, peixe, chá, gorduras, carne vermelha e processada, bebidas açucaradas, álcool e sal.

A melhor dieta consistia em vegetais, frutas, nozes, grãos integrais, laticínios e peixe, mas uma ingestão limitada de bebidas açucaradas. A pontuação média dos participantes foi sete.

Demência e qualidade da dieta

Os resultados mostraram que uma melhor qualidade da dieta está relacionada com maior volume cerebral, de substância cinzenta, de substância branca e do hipocampo. A qualidade da alimentação não foi associada ao volume da lesão da substância branca ou micro-hemorragias. A alta ingestão de vegetais, frutas, grãos integrais, nozes, laticínios e peixe e baixa ingestão de bebidas açucaradas foi associada a maiores volumes cerebrais.

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que uma melhor qualidade da dieta está associada a volumes maiores de tecido cerebral. Esses resultados sugerem que o efeito da nutrição na neurodegeneração pode atuar via estrutura cerebral.

 

 

Referências:

  • Better diet quality relates to larger brain tissue volumes. Pauline H. Croll, Trudy Voortman, M. Arfan Ikram, Oscar H. Franco, Josje D. Schoufour, Daniel Bos, Meike W. Vernooij. Neurology May 2018, 10.1212/WNL.0000000000005691; DOI: 10.1212/WNL.0000000000005691

Pacientes com #artrite psoriática têm maior risco de câncer?

Postado em

diagnostico medicina

Pacientes com artrite psoriática têm maior risco de câncer?

A artrite psoriática é uma artrite inflamatória crônica que ocorre em pacientes com psoríase. Em novo artigo do Seminars in Arthritis & Rheumatism, pesquisadores investigaram o risco de malignidade associado à doença e ao seu tratamento.

Para essa meta-análise, os autores realizaram uma pesquisa sistemática da literatura nas bases de dados do PubMed, EMBASE e Web of Science, para identificar estudos e trials relevantes. No total, nove estudos de coorte, com 43.115 pacientes em tratamento para artrite psoriática, foram incluídos.

Artrite psoriática, tratamento e risco de malignidade

Pesquisadores encontraram uma associação positiva significativa entre a terapia para artrite psoriática e um aumento do risco de malignidade global no grupo com a doença, em relação à população em geral (RR agrupado de 1,29; IC 95%, 1,04 a 1,60). Alta heterogeneidade foi encontrada entre os estudos (I² = 71,37%).

A análise de subgrupos mostrou que pacientes com artrite psoriática em tratamento com DMARDs convencionais apresentaram um aumento do risco de câncer (RR agrupado de 1,75; IC 95%, 1,40 a 2,18). Esse efeito não foi observado nos pacientes tratados com DMARDs biológicos (RR agrupado de 0,957; IC 95%, 0,80 a 1,14).

A meta-análise também identificou um risco elevado para câncer de pele não-melanoma, com um RR agrupado de 2,46 (IC 95% 1,84-3,28), mas não para outros cânceres específicos.

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que pacientes com artrite psoriática têm maior risco de câncer. Estudos longitudinais de larga escala são essenciais para confirmar as conclusões sobre essa associação.

 

 

Referências:

  • Luo X, et al “Malignancy development risk in psoriatic arthritis patients undergoing treatment: a systematic review and meta-analysis” Semin Arthritis Rheum 2018; DOI: 10.1016/j.semarthrit.2018.05.009.