-

Mês: junho 2020

#La prise en charge des patients COVID dans les plateaux techniques interventionnels – L’expérience de l’hôpital européen Georges Pompidou (HEGP)

Postado em Atualizado em

Christian SPAULDING, pour le GACI

La progression du virus COVID est variable dans l’hexagone. Après le Grand Est, les hôpitaux de la région parisienne connaissent depuis la semaine dernière une croissance rapide du nombre de patients COVID+. Une semaine après la prise en charge du premier patient COVID+ sur le plateau technique interventionnel (PTI) de l’HEGP, voici quelques réflexions qui pourront servir à la communauté des cardiologues interventionnels.

Protocole de prise en charge des patients COVID+ ou suspects COVID+

Il est souhaitable d’avoir un protocole de prise en charge des patients COVID+ ou suspects COVID, individualisé pour le PTI. Il est difficile d’appliquer des protocoles « standard » de bloc opératoire non adaptés à notre environnement. Ce protocole est au mieux court, simple, et rédigé en équipe avec les cadres les paramédicaux et l’équipe de l’hygiène. Il est important de faire des « points d’étape » avec l’ensemble de l’équipe après la prise en charge de chacun des premiers patients COVID+ : rien ne se déroule parfaitement selon le plan établi, et des ajustements sont nécessaires.

COVID+ et astreintes

Après deux prises en charge nocturnes de patients COVID+, compte tenu de la surcharge de travail et des difficultés logistiques, nous avons organisé une astreinte paramédicale supplémentaire « COVID+ ». L’infirmier(e) ou manipulateur (trice) est appelé en cas de prise en charge d’un patient COVID+ pour aider ses collègues. Ceci permet d’accélérer l’installation du patient et de respecter au mieux les règles de protection du personnel.

Protocole et personnel extérieur au plateau technique

Nous avons rencontré des difficultés pour faire accepter les mesures de protection COVID lors de l’intervention de paramédicaux et médecins extérieurs au plateau technique (ports de masque, minimum de personnel dans les salles, etc.). Des rappels réguliers sont nécessaires.

Arrêt cardiaque chez les patients amenés par le Samu pendant l’endémie COVID

Une patiente amenée par le Samu pour un SCA ST + à minuit, sans signe clinique d’infection au COVID+ a fait, 10 minutes après son installation sur la table de coronarographie, un arrêt cardio-respiratoire qui a nécessité une réanimation en urgence avec intubation. Le médecin qui a pratiqué l’intubation était équipé d’un masque chirurgical simple, de lunettes de vue et de gants non stériles. La patiente est décédée sans que son statut Covid soit connu.

La discussion d’équipe après ce cas a conclu :

• à la nécessité de protéger les opérateurs pour l’intubation d’un patient dont le statut n’est pas connu (masque FFP2, charlotte, lunettes de protection, casaque) ;

• d’obtenir le statut COVID chez un patient intubé en urgence.

Respirateurs

Trois des 7 respirateurs du PTI ont été réquisitionnés : prévoir des solutions de rechange.


Publié dans Cath’Lab

#Covid-19: #mídias sociais e a disseminação de notícias em #terapia intensiva pediátrica

Postado em

monitor de uti pediátrica e o uso das mídias sociais para divulgar informações sobre covid-19

O uso das mídias sociais para disseminação de informações científicas em terapia intensiva pediátrica durante a pandemia da doença do novo coronavírus (Covid-19) foi amplamente abordado no artigo Using Social Media for Rapid Information Dissemination in a Pandemic: #PedsICU and Coronavirus Disease 2019, de Kudchadkar e Carroll, publicado no jornal Pediatric Critical Care Medicine.

Segundo os autores, nunca houve uma necessidade tão importante de disseminação rápida de informações no século XXI do que durante a pandemia da Covid-19. “A mídia social é uma plataforma de comunicação instantânea e em tempo real usada na área da saúde para disseminação e aquisição de informações, networking profissional e em prol dos pacientes. Com o uso de hashtags, o equivalente a uma palavra-chave, a mídia social permite a curadoria de conteúdo relevante para uma área ou foco específico”.

 

Mídias sociais durante Covid-19

Em 2016, a hashtag #PedsICU foi criada para uma coorte de terapia intensiva pediátrica no Twitter. Dessa forma, os pesquisadores objetivaram descrever o impacto de uma estratégia de colaboração internacional e rápida disseminação de informações, no Twitter, entre uma comunidade de terapia intensiva pediátrica durante a pandemia.

Em 15 de março de 2020, os autores começaram a promover o uso da hashtag #PedsICU em combinação com #COVID19 no Twitter para todos os tweets relevantes acerca de terapia intensiva pediátrica e Covid-19. Kudchadkar e Carroll utilizaram o Symplur Signals (Symplur, LLC, Upland, CA), uma ferramenta de análise de mídia social para assistência médica, para rastrear todos os tweets que incluíam a hashtag #PedsICU entre 1º de fevereiro e 1º de maio de 2020.

Após extrair todos os tweets que continham # PedsICU durante o período do estudo, os pesquisadores revisaram manualmente para incluir, pelo menos, uma hashtag relacionada à Covid-19 e agregaram esses tweets. Essas hashtags relacionadas à Covid-19 incluíam: #COVID19, #coronavirus, #COVID—19, #Covid_19, #COVID2019, #COVID, #covid4MDs, #COVIDfoam, #SARSCoV2, #Coronavid19, #2019nCoV, #CoronavirusOutbreak, #COVID19pandemic, #COVID19mx, #CoronavirusPandemic, #sarscovid2 e #SARS_COV_2.

 

Os tweets, incluindo #PedsICU, foram compartilhados 49.865 vezes em seis continentes entre 1° de fevereiro e 1° de maio de 2020. Entre 1º de fevereiro e 13 de março, apenas 8% dos tweets #PedsICU incluíram uma hashtag da Covid-19. Após um forte aumento de casos durante a semana de 14 de março de 2020, o conteúdo da Covid-19 dominou a conversa #PedsICU no Twitter, compreendendo 69% dos tweets e impressões de #PedsICU (p <0,001). A hashtag da Covid-19 mais usada no período de estudo foi #COVID19 (69%).

Proporcionalmente, uma porcentagem maior de tweets #PedsICU incluindo a hashtag da Covid-19 (versus não) tinha imagens ou vídeos (45% versus 41%; p <0,001). Além disso, os prestadores de cuidados de saúde não médicos foram o maior grupo de usuários (46%) da combinação de hashtags #PedsICU e Covid-19. Os tweets mais populares compartilhados no Twitter foram recursos de acesso aberto, incluindo links para literatura atualizada, revisões narrativas e vídeos educacionais relevantes.

 

Conclusões

Os pesquisadores concluíram que o Twitter tem sido amplamente utilizado para compartilhamento e colaboração em tempo real de informações entre a comunidade internacional de terapia intensiva pediátrica durante a pandemia da Covid-19.

O uso direcionado das hashtags #PedsICU e #COVID19 para engajamento no Twitter é um canal para combater a desinformação e otimizar o alcance às partes interessadas em terapia intensiva pediátrica em todo o mundo.

Autora:

Roberta Esteves Vieira de Castro

Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Valença. Residência médica em Pediatria pelo Hospital Federal Cardoso Fontes. Residência médica em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Mestra em Saúde Materno-Infantil pela Universidade Federal Fluminense (Linha de Pesquisa: Saúde da Criança e do Adolescente). Doutora em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pós-graduanda em neurointensivismo pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR). Médica da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) da UERJ. Membro da Rede Brasileira de Pesquisa em Pediatria do IDOR no Rio de Janeiro. Acompanhou as UTI Pediátrica e Cardíaca do Hospital for Sick Children (Sick Kids) em Toronto, Canadá, supervisionada pelo Dr. Peter Cox. Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Membro do comitê de sedação, analgesia e delirium da AMIB. Membro do comitê de filiação da American Delirium Society (ADS). Coordenadora e cofundadora do Latin American Delirium Special Interest Group (LADIG). Membro de apoio da Society for Pediatric Sedation (SPS).

Referências bibliográficas:

  • KUDCHADKAR, S. R.; CARROL, C. L. Using Social Media for Rapid Information Dissemination in a Pandemic, Pediatric Critical Care Medicine, 2020 doi: 10.1097/PCC.0000000000002474

#Dores no pós-operatório de #cirurgias de coluna

Postado em

Pontos em mulher que se ncontra em fase pós-operatória após passar por cirurgia de coluna.

Dores após cirurgias de coluna (ou síndrome dolorosa pós-laminectomia) são frequentes e podem ser intensas, principalmente, nos primeiros dias.

Cerca de 40% dos pacientes sentem dores após procedimentos cirúrgicos de região cervical, torácica ou lombar. O manejo adequado da dor nesse período está correlacionado com o melhor resultado funcional, deambulação precoce, alta precoce e prevenção do desenvolvimento de dor crônica.

As cirurgias mais comuns são laminectomias, discectomias, fusões espinhais, instrumentações, correção de escoliose e excisão de tumores espinhais. As cirurgias espinhais convencionais invasiva podem envolver extensa dissecção de tecidos, ossos e ligamentos subcutâneos. Dessa forma, a dor pós-operatória é um quadro esperado.

Segundo Biancon (2004), as dores podem ser intensas, com duração de 3 dias. Logo, o alívio da dor é um dos objetivos pós-operatórios. A necessidade é ainda mais evidente porque muitos pacientes que são submetidos a cirurgias trazem histórico prévio de dor. Assim, a percepção do desconforto pode se intensificar, sobretudo, se o paciente fez uso de opioides, analgésicos ou narcóticos convencionais.

 

Principais causas de dores no pós-operatório

Dores após cirurgias de coluna são resultantes da ativação de diferentes mecanismos: nociceptivo, neuropático e inflamatório. Assim, a dor na região posterior pode ser originada em diferentes tecidos, como vértebras, discos intervertebrais, ligamentos, dura-máter, cápsulas das articulações, fáscia e músculos.

As prolongações nervosas nessas estruturas estão conectadas aos nervos simpático e parassimpático. Por isso, atrito, compressão ou inflamação pós-operatória podem provocar dor.

A existência de grande conectividade cruzada é motivo para surgimento de dor referida.
As principais causas para dores após cirurgias de coluna são o erro diagnóstico, a formação de fibrose peridural, inflamação na articulação sacroilíaca e dores musculares.

Um erro diagnóstico pode levar o médico a intervir em estrutura que não era a causadora da dor. Nesse caso, a dor pré-cirúrgica persiste após o procedimento.

Outra causa comum é a formação de fibrose peridural. Trata-se cicatriz interna que pode causar compressão dos nervos, com redução da irrigação sanguínea, provocando dor.

Já a inflamação na articulação sacroilíaca pode ocorrer após a alteração da biomecânica da região. O atrito entre a porção sacral da coluna e o osso ílio pode provocar artrose na articula e, assim, resultando em dor para o paciente.
Finalmente, as dores pós-cirúrgicas mais comuns são musculares. Podem ser provocadas por perda de tônus devido ao repouso excessivo ou por sobrecarga de alguns grupos musculares, resultando em síndrome dolorosa miofascial crônica com sensibilização periférica e central.

 

Complicações

Uma das complicações das dores após cirurgias de coluna é o quadro chamado Dor Pós-Operatória Persistente (PPP, na sigla em inglês). Trata-se de dor crônica que surge após o procedimento cirúrgico. A Associação Internacional para o Estudo da Dor define como: dor desenvolvida após cirurgia, com pelo menos 2 meses de duração, sem outras causas e sem relação com um problema pré-existente.

Como ocorrem?

A dor pós-operatória persistente pode surgir por diferentes motivos, tais como: lesão miofascial, cicatrizes ósseas, sensibilização à dor, perda de tônus muscular na região. Embora sejam esperadas dores após cirurgias de coluna, há fatores que influenciam a frequência e a intensidade do surgimento deste quadro pós-operatório, que pode resultar em PPP.

Segundo estudo de Costelloe (2020), o surgimento de dores está relacionado com os seguintes fatores: comportamento de catastrofização da dor, aumento da sensibilidade aos estímulos dolorosos, sintomas de ansiedade, sintomas de depressão e uso pré-operatório de opioides.

A catastrofização da dor é um conceito que define as respostas desadaptativas e exageradamente negativas, com antecipação da dor. De acordo com o estudo, este é um marcador de vulnerabilidade psicológica e tem sido utilizado como um fator de predisposição à dor pós-operatória persistente.

 

Preditores

Ansiedade é um dos principais preditores do desenvolvimento de dor crônica após cirurgia de coluna. Os sintomas de ansiedade têm correlação positiva com a ocorrência de fortes dores pós-operatórias tanto no curto, médio e longo prazo.

Depressão também é um fator relacionado com as dores crônicas pós cirurgia na coluna. Pacientes com altos escores em escalas de avaliação de sintomas depressivos, antes do procedimento, apresentam dores crônicas com maior frequência. Os resultados encontrados pelos pesquisadores tiveram como base avaliação de depressão com o uso do Beck Depression Inventory (BDI).

O uso de opioides antes da cirurgia é um dos fatores de predição do surgimento de dores crônicas. Além disso, também possui correlação com piores prognósticos. Estudo longitudinal de coorte, conduzido por Hills (2019), acompanhou a evolução dos casos de 2128 pacientes submetidos à cirurgia eletiva da coluna. Nesta pesquisa, os pacientes tratados com opioides antes da cirurgia foram significativamente menos propensos a alcançar melhorias significativas em 1 ano na dor, funcionamento e qualidade de vida.

Tratamentos

A prevenção precoce e tardia desta síndrome dolorosa é um desafio. Estudos indicam que uma mobilização precoce, controle de fatores secundários como diabetes mellitus, analgesia perioperatória adequada e procedimentos cirúrgicos com menos trauma e menor lesão de nervos são fatores que podem minimizar o processo inflamatório local e dor.

Opções farmacológicas

Existem diversas opções farmacológicas para a melhoria efetiva da síndrome pós-laminectomia. Cada uma dessas drogas possui vantagens e desvantagens inerentes que restringem sua aplicabilidade.

Portanto, a abordagem mais adequada pode ser uma terapia combinada ou analgesia multimodal para controle adequado da dor. As opções de medicamentos mais utilizadas, por via parenteral e oral, são: analgésicos narcóticos, anti-inflamatórios não esteroides e paracetamol.

Analgésicos narcóticos são medicamentos eficazes para o tratamento da dor intensa e costumam produzir excelentes resultados. No entanto, possui efeitos colaterais desagradáveis, como depressão respiratória, náusea, vômito e outros.

De acordo com Gottschalk (2011), a morfina é a terapia de primeira linha se não houver contraindicações ou efeitos adversos anteriores. A oxicodona é outra opção e, segundo os autores, proporciona melhor controle das alucinações.

Como a oxicodona possui efeitos adversos semelhantes aos da morfina, a metadona pode ser utilizada também. Sendo antagonista não competitivo do receptor de N-metil-D-aspartato (NMDA) mitiga a dor segundo Fishman (2002) e também reduz a tolerância aos opioides de acordo com Inturrisi (2002).

AINES

Os anti-inflamatórios não esteroides (AINES) atuam no bloqueio da enzima ciclooxigenase (COX) e a subsequente produção de prostaglandinas em vias inflamatórias. Eles têm eficácia comprovada na melhora da dor pós-operatória, demonstrada por Dumont (2000). Estudos de Nissen (1992), Reuben (1997) e Turner (1995) demonstraram a eficácia dos AINEs contra dor após cirurgias da coluna.

Paracetamol

O paracetamol, assim como a dipirona, é uma alternativa eficaz e mais barata para tratar a dor no pós-operatório; principalmente, quando administrado por via intravenosa. É útil no pós-operatório imediato, quando a motilidade gastrointestinal está reduzida ou quando é necessário o estabelecimento rápido de analgesia. A ação analgésica se inicia entre 5 a 10 minutos.

De acordo com estudo de Bajwa e Haldar (2015), os mecanismos de ação do paracetamol podem incluir: ação central e periférica; inibição de prostaglandinas; e inibição de vias serotoninérgicas descendentes. O paracetamol pode ser mais eficaz quando em terapia combinada com opioides.

 

 

Opções alternativas

A acupuntura e fisioterapia são opções de tratamentos não invasivos que devem ser consideradas no alívio da dor e relaxamento muscular, visando uma melhor funcionalidade e readaptação do paciente. A acupuntura tem importante efeito analgésico na síndrome dolorosa miofascial secundária a síndrome pós-laminectomia e pode ser considerada como opção de tratamento complementar para estes pacientes, principalmente para os que não toleram alta dose de analgésicos e/ou opioides.

Autor:
Marcus Pai

Médico especialista em Fisiatria e Acupuntura ⦁ Área de Atuação em Dor pela AMB ⦁ Diretor do Instituto Dr. Hong Jin Pai ⦁ Doutorando em Ciências pela USP ⦁ Integrante da Câmara Técnica de Acupuntura do CREMESP ⦁ Secretário do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) ⦁ Diretor do Comitê de Acupuntura da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual ⦁ Médico Pesquisador e Colaborador do Grupo de Dor do Departamento de Neurologia do HC-FMUSP ⦁ Diretor do Colégio Médico de Acupuntura do Estado de São Paulo (CMAeSP) ⦁ https://www.hong.com.br

Referências bibliográficas:

  • Bianconi M, Ferraro L, Ricci R, Zanoli G, Antonelli T, Giulia B, et al. The pharmacokinetics and efficacy of ropivacaine continuous wound instillation after spine fusion surgery. Anesth Analg. 2004;98:166–72.
  • Bajwa SJS, Haldar R. Pain management following spinal surgeries: An appraisal of the available options. 2015;6(3): 105–110. doi: 10.4103/0974-8237.161589
  • Costelloe CC, Burns S, Yong RJ, Kaye AD, Urman RD. An Analysis of Predictors of Persistent Postoperative Pain in Spine Surgery. Current Pain and Headache Reports. 2020;24(11). DOI: doi.org/10.1007/s11916-020-0842-5
  • Dumont AS, Verma S, Dumont RJ, Hurlbert RJ. Nonsteroidal anti-inflammatory drugs and bone metabolism in spinal fusion surgery: A pharmacological quandary. J Pharmacol Toxicol Methods. 2000;43:31–9
  • Fishman SM, Wilsey B, Mahajan G, Molina P. Methadone reincarnated: novel clinical applications with related concerns. Pain Med. 2002;3:339–48
  • Gottschalk A, Durieux ME, Nemergut EC. Intraoperative methadone improves postoperative pain control in patients undergoing complex spine surgery. Anesth Analg. 2011;112:218–23.
  • Hills, J.M., et al., Preoperative opioids and 1-year patient reported outcomes after spine surgery. Spine (Phila Pa 1976), 2019;44(12):887-895. doi: 10.1097/BRS.0000000000002964.
  • Inturrisi CE. Clinical pharmacology of opioids for pain. Clin J Pain. 2002;18:S3–13.
  • Nissen I, Jensen KA, Ohrström JK. Indomethacin in the management of postoperative pain. Br J Anaesth. 1992;69:304–6.
  • Reuben SS, Connelly NR, Steinberg R. Ketorolac as an adjunct to patient-controlled morphine in postoperative spine surgery patients. Reg Anesth. 1997;22:343–6.
  • Turner DM, Warson JS, Wirt TC, Scalley RD, Cochran RS, Miller KJ. The use of ketorolac in lumbar spine surgery: A cost-benefit analysis. J Spinal Disord. 1995;8:206–12.
%d blogueiros gostam disto: