Annals of Internal Medicine

#Staying still is a major #risk factor for all-cause mortality

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  • New findings suggest we need to take a break from sitting every 30 minutes
Excessive sedentary time, whether accumulated throughout the day or accrued in prolonged, uninterrupted bouts, is a significant risk factor for all-cause mortality, according to findings from a new study published in Annals of Internal Medicine.
For the study, researchers analysed data on 7,985 black and white adults aged 45 years or older in the US to examine the association between sedentary behaviour and all-cause mortality.
They found that sedentary behaviour accounted for about 12.3 hours per day over a 16-hour waking day. Greater total sedentary time and longer sedentary bouts were both associated with a higher risk for all-cause mortality that did not vary by age, sex, race, BMI, or participant exercise habits. Participants who kept their sitting bouts to less than 30 minutes had the lowest risk for death.
Writing in a linked editorial, Dr David A. Alter from the University of Toronto questioned possible solutions to the risks posed by sedentary behaviour, and said interventions that specifically promote sedentary behaviour avoidance rather than promoting exercise alone or a mixture of exercise and sedentary activities may be useful in addressing the problem.

#Poor evidence for efficacy of #cannabis in #chronic pain and #PTSD

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More research needed on benefits and harms of cannabis and plant-based cannabis products

Two new systematic evidence reviews have found limited evidence for the efficacy of cannabis and plant-based cannabis products in chronic pain and post traumatic stress disorder (PTSD).
The first review looked at 27 chronic pain trials, finding low-strength evidence for the benefits of cannabis in neuropathic pain, but insufficient evidence in other pain populations. Evidence is also limited on its association with an increased risk for nonserious short-term adverse effects and potentially serious mental health adverse effects, such as psychosis, the authors said.

A second review also found insufficient evidence regarding the benefits and harms of plant-based cannabis preparations in patients with PTSD. Observational studies had shown that compared with nonuse, cannabis did not reduce PTSD symptoms, the authors said. In addition, the studies had medium and high risk of bias. The authors noted, however, that several ongoing studies may soon provide important results.

In an accompanying editorial , Dr Sachin Patel from Vanderbilt Psychiatric Hospital in the US said the reviews “highlight an alarming lack of high-quality data from which to draw firm conclusions about the efficacy of cannabis for these conditions, for which cannabis is both sanctioned and commonly used.”
The reviews and editorial are published in the Annals of Internal Medicine. 

CVD risks of # hormone therapy for #transgender patients

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While there are risks associated with the treatment, the authors stress cross-sex hormone therapy can have important psychosocial benefits.

Experts are highlighting the dearth of research on cardiovascular disease (CVD) and CVD risk factors in transgender populations receiving long-term cross-sex hormone therapy (CSHT), which they say limits appropriate primary and specialty care.

A narrative review, published in the Annals of Internal Medicine , examined 13 studies on the effect of CSHT on CVD among transgender persons. As with hormone therapy in cisgender persons, existing research in transgender populations suggests that CVD risk factors are altered by CSHT.

Despite the current limitations, the authors say the available literature suggests several key issues to consider when prescribing hormone therapy to both transgender adults. CSHT has been associated with worsening cardiovascular risk factors, such as increased blood pressure, insulin resistance and lipid derangements in transgender men. In transgender women, CSHT increases potential thromboembolic risk, and lower-dose transdermal oestrogen formulations are preferred over high-dose oral formulations. Clinicians must closely follow older transgender women if they have higher cardiovascular risk, regardless of the use, age of initiation, or duration of CSHT, the authors advise.
Reducing cardiovascular risk factors remains critical in preventing CVD in transgender populations, they add. However, despite the potential risks of CSHT, the authors stress that providing gender-affirming care has important psychosocial benefits.

Alto consumo de # café associado a menor risco de mortalidade

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Marcia Frellick

O alto consumo de café está associado a um risco significativamente menor de morte, confirmam dois grandes estudos. O benefício foi encontrado em diversas populações europeias, assim como entre diferentes grupos étnicos/raciais, relatam os pesquisadores em artigos publicados on-line no Annals of Internal Medicine.

Como o café é uma das bebidas mais populares nos Estados Unidos e em todo o mundo, o efeito em saúde pública do consumo desta bebida pode ser substancial, mesmo que o efeito individual seja pequeno.

Apesar de evidências crescentes do benefício do consumo de café para a saúde e a mortalidade, a relação entre ingestão de café e mortalidade em diferentes populações europeias, nas quais os métodos de preparo variam, não era clara. De forma semelhante, faltavam dados sobre o consumo de café em populações não brancas.

Os dois novos estudos preenchem essas lacunas.

No EPIC (European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition), um grande estudo de coorte prospectivo, Marc J. Gunter, da International Agency for Research on Cancer, em Lyon (França), e colaboradores, examinaram a associação do consumo de café com a mortalidade por todas as causas e por causa específica entre 451.743 participantes (130.662 homens e 321.081 mulheres) em 10 países europeus.

“Nossos resultados sugerem que maiores níveis de consumo de café estão associados com menor risco de morte por várias causas, especificamente doenças digestivas e circulatórias”, escrevem os autores.

Durante um seguimento médio de 16,4 anos, ocorreram 41.693 óbitos.

Em um modelo multivariável, homens que beberam três ou mais xícaras de café por dia tiveram uma mortalidade por todas as causas 12% menor do que aqueles que não bebiam café (hazard ratio, HR, 0,88; intervalo de confiança, IC, de 95%, 0,82 – 0,95; P para a tendência < 0,001); as mulheres tiveram uma mortalidade 7% menor (HR, 0,93; IC, 0,87 – 0,98; P para a tendência, 0,009).

Em termos de mortalidade por causa específica, homens que bebiam três ou mais xícaras de café por dia tiveram um risco 59% menor de mortalidade por doença digestiva do que homens que não consumiam café, ou bebiam menos de uma xícara ao dia (HR, 0,41; IC, 0,32 – 0,54; P para tendência < 0,001). Mulheres que bebiam três ou mais xícaras tiveram uma redução de 40% no risco (HR, 0,60; IC, 0,46 – 0,78; P para tendência < 0,001).

Os pesquisadores também encontraram uma forte associação inversa entre consumo de café e mortalidade por doença circulatória entre mulheres (HR, 0,78; IC, 0,68 – 0,90; P para tendência < 0,001). O benefício foi particularmente maior para risco de morte por doença cerebrovascular em mulheres (HR, 0,70; IC, 0,55 – 0,90; P para tendência = 0,02). Dentre homens, houve uma tendência para um pequeno benefício, mas as comparações individuais não foram significativas.

No entanto, os autores também encontraram um aumento significativo no risco de mortalidade por câncer de ovário (HR, 1,31; IC de 95%, 1,07 – 1,61; P para tendência = 0,015).

O benefício na mortalidade foi o mesmo para café tradicional ou descafeinado, acrescentam os autores. Eles enfatizam a necessidade de interpretar esses achados com cautela porque nem todos os centros do EPIC coletaram dados sobre o consumo de café descafeinado.

No MEC (Multiethnic Cohort), um estudo de coorte prospectivo de base populacional que recrutou 185.855 afro-americanos, havaianos nativos, nipo-americanos, latinos e brancos, Song-Yi Park, da University of Hawaii, Honolulu, e colaboradores, pesquisaram as associações do consumo de café com mortalidade total e causa-específica dentre diversas etnias.

“O elevado consumo de café foi associado a menor risco de morte em afro-americanos, nipo-americanos, latinos e brancos”, escrevem os autores.

Durante um seguimento médio de 16,2 anos, ocorreram 58.397 óbitos.

Eles descobriram que o maior consumo de café foi associado a um menor risco de morte por todas as causas e de morte por doença cardíaca, câncer, doença respiratória, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes e doença renal.

Nas análises ajustadas para potenciais confusores, Song-Yi e colaboradores mostraram que o consumo de café foi associado a menor mortalidade total (uma xícara por dia: HR, 0,88; IC de 95%, 0,85 – 0,91; duas a três xícaras por dia: HR, 0,82; IC, 0,79 – 0,86; ≥ 4 xícaras por dia: HR, 0,82; IC, 0,78 – 0,87; P para a tendência < 0,001).

Essa relação inversa se manteve quando grupos raciais/étnicos foram analisados individualmente, exceto para havaianos nativos.

Considerando as principais causas de óbito, o maior consumo de café foi associado a menores riscos de morte devido a doença cardíaca (P para tendência < 0,001), câncer (P para tendência = 0,23), doença respiratória crônica (P para tendência = 0,015), AVC (P para tendência < 0,001), diabetes (P para tendência = 0,009) e doença renal (P para tendência < 0,001).

Nesse estudo, as tendências relativas ao café tradicional ou descafeinado foram semelhantes às encontradas no estudo EPIC.

Em um editorial de acompanhamento, o Dr. Eliseo Guallar, da Johns Hopkins University, Baltimore, Maryland, e colaboradores, destacaram a necessidade de se entender os efeitos do café na saúde por conta do consumo disseminado desta bebida.

Eles enfatizam que o achado consistente desses dois estudos de uma relação inversa entre o consumo de café e risco de morte entre populações de diferentes países, assim como entre o espectro racial/étnico, contribui para a generalização do benefício do café para a mortalidade.

Ainda assim, os editorialistas observam que o consumo de café é um fenômeno complexo, e que o café contém várias substâncias, incluindo componentes bioativos. Como consequência, os benefícios do café para a saúde e a mortalidade podem depender de componentes outros que a cafeína, disseram.

Seria assim prematuro recomendar o consumo de café para reduzir a mortalidade ou para prevenir doenças crônicas, acrescentam os editorialistas. “No entanto, as evidências são crescentes de que a ingestão moderada de café, de até três a cinco xícaras ao dia, ou o consumo de 400mg/dia de cafeína, não está associada a efeitos adversos para a saúde e pode ser incorporada a uma dieta saudável”, concluem.

O estudo EPIC foi financiado por fundos da European Commission Directorate-General for Health and Consumers e da International Agency for Research on Cancer. O Dr. Beulens recebeu fundos de Unilever R&D e FrieslandCampina externamente ao trabalho submetido, e o Dr. Butterworth recebeu fundos de Biogen, Merck e Pfizer externamente ao trabalho submetido. O estudo MEC foi financiado por um fundo do National Cancer Institute. Os demais autores de ambos estudos, e os editorialistas, declararam não possuir conflitos de interesses relevantes.

Ann Intern Med. Publicado on-line em 10 de julho de 2017.

El consumo de # café reduce el riesgo de muerte por todas las causas (Ann Intern Med)

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Tanto con cafeína como descafeinado.

Tanto con cafeína como descafeinado.

Dos nuevos estudios publicados en “Annals of Internal Medicine” subrayan los beneficios para la salud de un mayor consumo de café, tanto con cafeína como descafeinado. El primer trabajo encontró que, en comparación con los no bebedores de café, los que consumen más café tienen un riesgo significativamente menor de muerte y el segundo reveló que un mayor consumo de café se vincula con menor riesgo de muerte en personas blancas y también en poblaciones no blancas.

En concreto, el primer estudio, realizado por investigadores de la International Agency for Research on Cancer (IARC) y el Imperial College London, Reino Unido, mostró que los niveles más altos de consumo de café están asociados con un menor riesgo de muerte por todas las causas, particularmente por enfermedades circulatorias y digestivas.

El café es una de las bebidas más consumidas del mundo, con un estimado de 2,25 mil millones de tazas bebidas en todo el mundo cada día. Contiene una serie de compuestos que pueden interactuar con el cuerpo, incluyendo cafeína, diterpenos y antioxidantes, y las proporciones de estos compuestos pueden verse afectadas por la variedad de métodos utilizados para preparar el café.

Estudios previos que buscaron un vínculo entre el consumo de café y los resultados de salud han revelado resultados contradictorios, sin embargo, grandes estudios tanto en Estados Unidos como en Japón han revelado un potencial efecto beneficioso del consumo de café sobre el riesgo de muerte por todas las causas.

Los investigadores de este nuevo trabajo han llevado a cabo el que califican como el mayor análisis de los efectos del consumo de café en una población europea, donde el consumo de café y los métodos de preparación varían desde un espresso en Italia hasta un cappuccino en Reino Unido, encontrando una asociación similar entre el consumo y la mortalidad.

“Hallamos que un mayor consumo de café estaba asociado con un menor riesgo de muerte por cualquier causa y específicamente por enfermedades circulatorias y patologías digestivas –dice el Dr. Marc Gunter, autor principal del IARC y anteriormente en la School of Public Health en el Imperial College London –. Es importante destacar que estos resultados fueron similares en todos los diez países europeos, con hábitos de ingesta y de consumo de café, y nuestro estudio también ofrece importantes ideas sobre los posibles mecanismos de los efectos benéficos del café para la salud”.

Utilizando datos del estudio EPIC (‘European Prospective Investigation on Cancer and Nutrition’), el equipo analizó datos de 521.330 personas de más de 35 años de diez países de la Unión Europea, incluyendo Reino Unido, Francia, Dinamarca e Italia. Se evaluaron las dietas de las personas mediante cuestionarios y entrevistas, con el mayor consumo de café (en volumen) notificado en Dinamarca (900 mililitros por día) y el más bajo en Italia (aproximadamente 92 mililitros por día).

Aquellos que bebían más café también eran más propensos a ser más jóvenes, fumadores, bebedores, comer más carne y menos frutas y verduras. Después de 16 años de seguimiento, casi 42.000 personas en el estudio habían muerto de una serie de patologías incluyendo cáncer, enfermedades circulatorias, insuficiencia cardiaca y accidente cerebrovascular.

Después de ajustar estadísticamente los factores del estilo de vida como la dieta y el tabaquismo, los científicos descubrieron que el grupo con mayor consumo de café registraba un menor riesgo de todas las causas de muerte en comparación con los que no tomaban café.

También detectaron que el café descafeinado tenía un efecto similar. Sin embargo, el consumo de café con cafeína y descafeinado no es fácil de separar, ya que no pueden excluir que los consumidores de café descafeinado pueden haber consumido café con cafeína también en diferentes periodos de su vida. Según el equipo, se necesita más investigación para averiguar cuál de los compuestos en el café puede estar dando un efecto protector o potencialmente beneficioso para la salud.

En un subconjunto de 14.000 personas, también analizaron los biomarcadores metabólicos y hallaron que los bebedores de café pueden tener hígados más saludables en general y un mejor control de la glucosa que los las personas que no beben café. “Encontramos que beber más café estaba está asociado con un perfil de función hepática y una respuesta inmune más favorables”, subraya el Dr. Gunter.

En la segunda investigación, se detectó que el consumo de café se vincula con un menor riesgo de muerte debido a enfermedades del corazón, cáncer, apoplejía, diabetes y enfermedad respiratoria y renal para afroamericanos, japoneses, latinos y blancos. Las personas que consumían una taza de café al día tenían un 12% menos de probabilidades de morir en comparación con las que no tomaban café; una asociación que fue creciendo con el incremento de la ingesta de café: 18% menos de probabilidad de morir en los consumidores de dos a tres tazas diarias.

La menor mortalidad estuvo presente independientemente de si la gente bebía café normalmente o descafeinado, lo que sugiere que la relación no está ligada a la cafeína, según la autora principal del estudio, Veronica W. Setiawan, profesora asociada de Medicina Preventiva en la Keck School of Medicine of USC, en Estados Unidos.

“No podemos decir que beber café prolongará su vida, pero vemos una asociación –aclara Setiawan–. Si te gusta beber café, bebe; si no eres un bebedor de café, entonces tienes que considerar si deberías empezar a tomarlo”. Los autores de este análisis, que se publicará en la edición de este martes de “Annals of Internal Medicine”, utilizó datos del Estudio de Cohorte Multiétnico, un esfuerzo colaborativo entre el University of Hawaii Cancer Center, también en Estados Unidos, y la Keck School of Medicine.

Dado que la asociación se vio en cuatro etnias diferentes, Setiawan considera que es seguro decir que los resultados se aplican a otros grupos. “Este estudio es el más grande de su tipo e incluye minorías que tienen estilos de vida muy diferentes -destaca Setiawan–. Ver un patrón similar entre diferentes poblaciones da un respaldo biológico más fuerte al argumento de que el café es bueno para usted, ya sea blanco, afroamericano, latino o asiático”.

Higher Coffee Intake Tied to Lower Mortality Risk

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Marcia Frellick

Higher coffee intake is linked to significantly lower risk for death, two large studies confirm. The benefit was found in diverse European populations, as well as across different racial/ethnic groups, researchers report in articles published online today in Annals of Internal Medicine.

Because coffee is one of the most popular drinks in the United States and worldwide, the public health effect of coffee intake could be substantial, even if the effect on an individual is small.

Despite mounting evidence for the health and mortality benefits of coffee consumption, the relationship between coffee intake and mortality in different European populations in which coffee preparation methods vary has been unclear. Similarly, data on coffee drinking among nonwhite populations were lacking.

The two new studies address those gaps.

In EPIC (European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition), a large, prospective cohort study, Marc J. Gunter, PhD, from the International Agency for Research on Cancer, Lyon, France, and colleagues examined the association of coffee intake with all-cause and cause-specific mortality among 451,743 participants (130,662 men and 321,081 women) in 10 European countries.

“[O]ur results suggest that higher levels of coffee drinking are associated with lower risk for death from various causes, specifically digestive and circulatory diseases,” the authors write.

During a mean follow-up of 16.4 years, 41,693 deaths occurred.

In a multivariable model, men who drank three or more cups of coffee per day had a 12% lower all-cause mortality than non–coffee drinkers (hazard ratio [HR], 0.88; 95% confidence interval [CI], 0.82 – 0.95; P for trend < .001); women had a 7% lower mortality (HR, 0.93; CI, 0.87 – 0.98; P for trend = .009).

In terms of cause-specific mortality, men who drank three or more cups of coffee per day had a 59% lower risk for digestive disease mortality than men who drank no coffee or less than one cup per day (HR, 0.41; CI, 0.32 – 0.54; P for trend < .001). Women who drank three or more cups had a 40% reduction in risk (HR, 0.60; CI, 0.46 – 0.78; P for trend < .001).

The researchers also found a strong inverse association between coffee consumption and circulatory disease mortality among women (HR, 0.78; CI, 0.68 – 0.90; P for trend < .001). The benefit was particularly large for risk for death from cerebrovascular disease in women (HR, 0.70; CI, 0.55 – 0.90; P for trend = .02). Among men, there was a trend for a small benefit, but individual comparisons were not significant.

However, the authors also found a significant increase in risk for ovarian cancer mortality (HR, 1.31; 95% CI, 1.07 – 1.61]; P for trend = .015).

The mortality benefit was the same for caffeinated and decaffeinated coffee, the authors add. They emphasize the need to interpret these findings with caution because not all EPIC centers collected data on decaffeinated coffee intake.

Central obesity is more dangerous than obesity

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Normal-weight people with central obesity have worse long-term survival than those who are overweight or obese but carry their weight elsewhere.

Findings from small-scale studies have previously demonstrated that normal-weight people with central obesity have worse long-term survival than those who are overweight or obese but carry their weight elsewhere.

In order to see if the findings would be replicated in a large-scale study, scientists examined data on 42,702 participants from 10 different years of the annual Health Survey for England and the Scottish Health Survey. Participants were categorised as normal weight; normal weight with central obesity; overweight; overweight with central obesity; obese; or obese with central obesity based on BMI and waist-hip ratio.

Compared with normal weight participants without central obesity, normal weight and obese people with central obesity were at increased risk for all-cause mortality. All participants with central obesity, regardless of BMI, were at increased risk for cardiovascular deaths.

The authors say the findings provide further evidence that even patients within ‘healthy’ BMI range are at risk.

“Our research does back up the findings of previous smaller scale studies which show normal weight people with central obesity are at increased risk for all-cause mortality,” said co-author, Professor Mark Hamer.
The findings are published in the Annals of Internal Medicine .

Intervenção de manutenção desacelera novo ganho de peso em pacientes obesos

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Diana Phillips

Uma intervenção feita primariamente por telefone e focada no comportamento para a manutenção da perda de peso reduziu a taxa de recuperação de peso entre indivíduos obesos que tiveram uma perda ponderal clinicamente significativa em um programa estruturado, mostrou um ensaio randomizado controlado.

Os pesquisadores do Durham Veterans Affairs (VA) Medical Center e do Duke University Medical Center, em Durham, Carolina do Norte, compararam a eficácia da intervenção após perda de peso com o tratamento convencional entre pacientes que perderam pelo menos 4 kg durante um programa de quatro meses. Com 56 semanas, a recuperação de peso média estimada entre o grupo de intervenção foi significativamente menor que no grupo controle, relatam a autora principal Corrine I. Voils, da University of Wisconsin–Madison, e colaboradores, em um artigo publicado on-line em 21 de fevereiro nos Annals of Internal Medicine.

Diferentemente dos programas de manutenção baseados em comportamento e com muitos recursos, a intervenção atual foi elaborada “para ajudar os participantes a adotarem habilidades específicas de manutenção e fazê-lo de forma a utilizar poucos recursos”, escrevem os autores.

“Os participantes mantiveram o peso mesmo depois que a intervenção diminuiu de frequência, mudou da abordagem pessoal para contato por telefone, e deixou de envolver contato de intervenção nas últimas 14 semanas”.

Os pesquisadores designaram aleatoriamente 222 pacientes ambulatoriais obesos (índice de massa corporal ≥30 kg/m2) que perderam 4 kg ou mais de peso corporal durante um programa em grupo de 16 semanas para receber a intervenção de manutenção ou o tratamento usual. Os pacientes foram recrutados de três clínicas de atenção primária do VA Medical Center em Durham e Raleigh, na Carolina do Norte.

A intervenção ocorreu durante um período de 42 semanas e foi seguida por 14 semanas sem contato pessoal. Ela foi baseada em um modelo conceitual desenvolvido anteriormente por Corrine e colaboradores, que distingue o início do comportamento da manutenção. O programa de manutenção incluiu três sessões de grupo e oito contatos telefônicos individuais. As sessões de grupo focaram em manutenção da ingestão calórica, autocontrole do peso, atividade física, apoio social e prevenção de recaídas. As ligações focaram em satisfação com os resultados, planejamento da prevenção de recaídas, autocontrole e apoio social, escrevem os autores.

Aqueles aleatoriamente designados aos cuidados habituais não receberam mais intervenção após o programa de perda de peso, o que, segundo os autores, é “o que tipicamente ocorre com o paciente”.

A população de estudo consistiu predominantemente em pacientes do sexo masculino de meia-idade que já haviam tentado perder peso.

Com 42 semanas, a recuperação de peso do grupo intervenção foi significativamente menor que a do grupo controle, com uma diferença média estimada de 1,67 kg (IC de 95%, 0,18 – 3,17 kg; P = 0,029). De forma semelhante, com 56 semanas, a recuperação de peso estimada para o grupo de intervenção foi de 0,75 kg, significativamente inferior aos 2,36 kg observados no grupo de tratamento usual (diferença média estimada, 1,60 kg, IC de 95%, 0,07-3,13 kg; P = 0,040).

Os pesquisadores também compararam ingestão calórica autorrelatada, caminhada e atividade física moderada entre os grupos intervenção e tratamento usual, e observaram uma diferença significativa entre os grupos na ingestão calórica autorrelatada apenas na semana 26, com o grupo de intervenção relatando uma ingestão média estimada de 1176,06 kcal em comparação com 1399,50 kcal para o grupo de tratamento usual (diferença média estimada, -223,44 kcal, IC, -395,92 a -50,96 kcal, P = 0,011).

A diferença entre os grupos no consumo de calorias não foi mais significativa com 56 semanas, e também não houve diferenças significativas entre grupos (em nenhum momento) nas taxas estimadas de caminhada ou de atividade física ou na circunferência abdominal estimada, relatam os autores.

“A ausência de diferenças estatisticamente significativas nos desfechos secundários na semana 56 podem ser resultado de erros de mensuração devido à confiabilidade e à validade limitadas das medidas autorrelatadas de ingestão dietética e de atividade física”, escrevem os autores. “Além disso, os planos comportamentais dos participantes para manter a perda de peso variaram se eles focaram em manter um padrão dietético constante ou incorporar atividade física, o que pode ter mascarado as diferenças de tratamento nos dois comportamentos”.

A intervenção foi desenhada para ter baixo custo “de forma que mais recursos pudessem ser dirigidos para a perda de peso inicial em comparação com a manutenção” e tendo a implementação em mente, de acordo com os autores. “O roteiro da intervenção é padronizado de forma que pode ser programado em um software personalizado, e armazenar as respostas dos participantes para referência futura”. O programa também permite aos participantes que recuperam peso além de um limiar estabelecido, voltar o foco aos processos de iniciação da perda de peso, observam eles”.

Pesquisas futuras devem avaliar os efeitos de longo prazo da intervenção e determinar até quando é necessária a intervenção contínua para ajudar os pacientes a manterem a perda ponderal, sugerem os autores. Além disso, são necessários estudos elaborados para avaliar a eficácia de outras estratégias comportamentais de manutenção, bem como para estudar formas pelas quais tais intervenções podem ser integradas à prática clínica, “como identificar um processo apropriado de referência, abordando barreiras à iniciação e retenção em um programa amplo de controle do peso, e identificando o treinamento ideal da equipe e os processos de monitoramento da fidelidade”, escrevem.

“Ao incorporar uma intervenção de manutenção do peso em programas de perda de peso clínicos ou comerciais é possível aumentar o efeito deles”, concluem os autores.

Este estudo foi financiado por uma doação do Department of Veterans Affairs Health Services Research and Development dos EUA. Um coautor relata apoio não financeiro da Amgen. Um coautor relata taxas pessoais de University of Pennsylvania e Weight Watchers International. Corrine e os demais coautores declararam não possuir conflitos de interesse relevantes.

Ann Intern Med. Publicado on-line em 21 de fevereiro de 2017. Resumo

La dieta mediterránea sin restringir grasas puede proteger contra diversas enfermedades (Ann Intern Med)

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Como cáncer de mama, diabetes y eventos cardiovasculares.

Como cáncer de mama, diabetes y eventos cardiovasculares.

Una dieta saludable puede incluir “una gran cantidad de grasa.” Una revisión de la evidencia disponible sugiere que una dieta mediterránea sin restricciones en el consumo de grasas puede reducir el riesgo de una persona de padecer diabetes, cáncer de mama y eventos cardiovasculares en comparación con otras dietas, como revela un artículo publicado en la revista “Annals of Internal Medicine”.

A pesar de los avances en el diagnóstico y el tratamiento, las enfermedades cardiovasculares, la diabetes y el cáncer siguen siendo las principales causas de morbilidad y mortalidad en los países desarrollados. Las dietas occidentales típicas, que son elevadas en grasas saturadas, azúcar y granos refinados, se han relacionado con el desarrollo de estas patologías crónicas, pero la limitada evidencia sugiere que una dieta mediterránea, que es esencialmente de origen vegetal, puede ser una opción más saludable.

Los autores de este trabajo, expertos del Minneapolis VA Health Care System, en Estados Unidos, revisaron la evidencia disponible para resumir el efecto de una dieta mediterránea sobre los resultados de salud y evaluar si las poblaciones de América del Norte serían propensas a adherirse a una dieta de este tipo.

Dado que no todos definen la dieta mediterránea de la misma manera, los científicos la definieron como una dieta que no tiene ninguna restricción en la ingesta total de grasas y incluye dos o más de siete componentes: alta proporción de grasa alta monoinsaturada-saturada (por ejemplo, usando oliva aceite como ingrediente principal de cocción), alto contenido de fruta y verdura, alto consumo de legumbres, ingesta elevada de grano y cereales, consumo moderado de vino tinto, consumo moderado de productos lácteos, y bajo consumo de carne y productos cárnicos con una mayor ingesta de pescado.

Algunos ensayos controlados aleatorios han comparado este tipo de dieta con todos los demás, pero pocos que sugieren que una dieta mediterránea sin restricción de la ingesta de grasa puede estar asociada con una menor incidencia de eventos cardiovasculares, cáncer de mama y diabetes tipo 2.

Los investigadores no encontraron estudios que cumplieron los criterios de inclusión para evaluar los resultados de adherencia. Sin embargo, datos de observaciones revelan que la incidencia total del cáncer y la mortalidad y la incidencia del cáncer colorrectal y de pulmón fueron más bajos en las personas con mayor adherencia a la dieta mediterránea en comparación con aquellos con los índices más bajos, pero no muestran asociación entre la adherencia a la dieta mediterránea y el riesgo de cáncer de mama.

El ‘tai-chi’ puede servir para aliviar el dolor causado por la artrosis de rodilla (Ann Intern Med)

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La clave puede estar en los movimientos controlados que permiten que el líquido se mueva por los cartílagos.

La clave puede estar en los movimientos controlados que permiten que el líquido se mueva por los cartílagos.

Investigadores del Tufts Medical Center de Boston, en Estados Unidos, han descubierto que practicar ‘tai-chi’ puede resultar igual de efectivo que la fisioterapia convencional para aliviar el dolor de las personas que sufren una artrosis de rodilla, según los datos publicados en la revista “Annals of Internal Medicine”.

La artrosis de rodilla es la principal causa de dolor y discapacidad en personas mayores y se produce cuando el cartílago de los extremos de los huesos se desgasta. Aunque no tiene cura, los medicamentos antiinflamatorios y la fisioterapia suelen utilizarse para aliviar el dolor y mejorar la movilidad de la articulación.

Los autores querían ver si el ‘tai-chi’, gracias a que combina una respiración profunda y lenta con movimientos fluidos, podía ser igual de eficaz que la fisioterapia y, para ello, reclutaron a unos 200 pacientes a los que dividieron al azar para que durante tres meses se sometieran a una u otra alternativa.

Ambos grupos experimentaron reducciones similares del dolor tras estas sesiones y un año después de las mismas, pero en el grupo del ‘tai-chi’ vieron que también había mayores tasas de bienestar y salud mental que quienes recibieron fisioterapia.

Unos resultados que justificarían la mayor demanda de clases de ‘tai-chi’ que se ha observado en Estados Unidos para resolver problemas del aparato locomotor y de salud mental, según ha destacado Chenchen Wang, director del Centro de Medicina Alternativa de Tufts que ha dirigido la investigación.

Los participantes del grupo de ‘tai-chi’ fueron a clases de una hora dos veces por semana y los otros recibieron sesiones de media hora de fisioterapia y se les pidió que siguieran haciendo ejercicios en casa al menos cuatro veces por semana. La mayoría fueron a al menos la mitad de las sesiones programadas.

Con unos 60 años de media, la mayoría presentaban sobrepeso u obesidad y llevaban unos ocho años de media con la artrosis. Los autores reconocen que como los pacientes sabían qué tratamiento que recibían es probable que los conocimientos sobre ambas terapias pueden haber influido en la reducción de los síntomas.

Asimismo, el hecho de que el estudio se llevara a cabo en un único centro médico hace difícil saber si los datos pueden extrapolarse. No obstante, añade Romy Lauche, de la University of Technology Sydney (Australia) que no ha participado en el estudio, es evidente que parece ofrecer cierto alivio “sin tener que ir a fisioterapia ni los efectos secundarios de los medicamentos”.

La clave puede estar en los movimientos controlados que caracteriza esta disciplina oriental que, según Jean-Miche Brismee, de la Texas Tech University en Lubbock (Estados Unidos), que pueden ser buenos para las articulaciones y permiten que el líquido se mueva por los cartílagos.