antibióticos

#Risco de #câncer de cólon (não retal) associado ao uso de #antibióticos

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mão segurando diversos antibioticos

 

O uso de antibióticos orais foi associado a um pequeno aumento no risco de câncer de cólon (não retal) em um grande estudo de controle de caso realizado na Inglaterra. As descobertas ressaltam ainda mais a necessidade do uso criterioso de antibióticos.

Os participantes que desenvolveram câncer de cólon foram significativamente mais propensos a terem usado antibióticos do que os controles: 71,3% vs 69,1%. Aqueles com câncer de reto, por outro lado, tiveram exposição comparável aos antibióticos: 67,1% vs 67,2%.

Diferenças maiores foram observadas quando os pesquisadores analisaram fatores específicos, como pacientes com câncer do cólon proximal, que tiveram uma chance 24% maior (95% CI 8% -43%) de terem ingerido antibióticos antianaeróbios por 31-60 dias, em relação aos controles. Em contraste, os pacientes com câncer do cólon distal foram menos propensos do que os controles a ingerirem antibióticos anaeróbicos por mais de 60 dias.

Foram identificados 28.980 casos de câncer colorretal (CRC) – cerca de dois terços com câncer de cólon e o restante com câncer retal – e 137.077 controles pareados por idade e sexo com idade mediana de 72 anos no Clinical Practice Research Datalink, no Reino Unido. O acompanhamento médio desses indivíduos foi de 8,1 anos.

Comparados com os controles, os pacientes com CCR eram mais propensos a ter excesso de peso (35,2% vs 33,8%), obesidade (18,6% vs 16,4%), histórico tabagismo (49,9% vs 46,9%) e uso moderado a pesado de álcool (13,8 % vs 11,4%). Além disso, eles tiveram mais comumente diabetes (8,8% vs 7,7%) e submetidos a colonoscopia (3,5% vs 2,9%). Eles ainda eram menos propensos a serem usuários crônicos de drogas anti-inflamatórias não esteroides (7,2% vs 9,0%).

O uso de antibióticos foi associado ao risco de câncer de cólon de maneira dose-dependente ( P <0,001 para tendência). As penicilinas, particularmente ampicilina/amoxicilina, foram associadas ao aumento do risco de câncer de cólon (OR ajustada 1,09, IC 95% 1,05-1,13). Antibióticos do grupo tetraciclina foram associados com risco reduzido de câncer retal (aOR 0,90, IC 95% 0,84-0,97).

 

Segundo os pesquisadores, o impacto mais significativo dos agentes antianaeróbios pode ter resposta devido à sua ruptura da microbiota colônica, composta predominantemente de anaeróbios.

“Bactérias potencialmente cancerígenas podem ser distribuídas diferencialmente ao longo do trato colorretal. Por exemplo, Fusobacterium nucleatum, que está associado com um subgrupo de CRC, foi relatado em um estudo para diminuir de forma gradiente do ceco ao reto, com cânceres de cólon proximais abrigando os níveis mais altos de F. nucleatum”, explicam os cientistas.

Em 2010, estima-se que 70 bilhões de doses de antibióticos foram ingeridas em âmbito mundial. Pesquisas epidemiológicas anteriores na Europa e na Ásia sugeriram uma ligação do antibiótico com casos de câncer colorretal.

Nos Estados Unidos, os dados divulgados pelo Nurses Health Study mostraram uma associação entre o uso prolongado de antibióticos na idade adulta inicial e intermediária (20 a 39 anos e 40 a 59 anos) e o excesso de risco de adenomas colorretais subsequentes. Houve uma associação mais forte observada para adenomas do cólon proximal e outra mais fraca ou nula com tumores do cólon distal.

No entanto, foi surpreendente que a associação com risco aumentado fosse observada apenas em cânceres de cólon, particularmente no cólon direito, de acordo com os relatos médicos.

O uso rotineiro de antibióticos pode alterar a composição natural das bactérias nos organismos. Isso poderia levar a graves consequências para a saúde, como a alteração da saúde intestinal, o aumento da exposição a micróbios e a predisposição do cólon para o desenvolvimento de câncer.

 

Alguns pesquisadores especularam que o aumento do uso de antibióticos pode ser um fator na taxa crescente de CCR de início precoce observada nos estados do oeste dos Estados Unidos.

Os autores reconheceram várias limitações ao estudo, incluindo a falta de dados sobre fatores de estilo de vida em alguns casos. Além disso, os dados não capturados no banco de dados do Reino Unido incluíam prescrições em atenção secundária, prescrições preenchidas e adesão ao tratamento, além de certos grupos de pacientes estarem ausentes nos registros da atenção primária. O estudo também excluiu indivíduos com condições imunodeficientes.

Ademais, como o estudo coincidiu com a data de nascimento do paciente, não examinou a interação da idade e a exposição a antibióticos no risco de câncer. Em outras limitações, o banco de dados não possuía informações sobre a ingestão de alimentos, atividade física e histórico familiar, o que pode influenciar o risco de CCR.

Além disso, os dados sobre o câncer de cólon proximal versus distal foram limitados, o que pode acarretar em uma análise fraca desses dois grupos anatômicos.

A informação do estágio do câncer também não estava disponível, impedindo o exame de qualquer associação entre antibióticos e progressão do câncer.  Por último, pode ter havido algum erro de classificação do efeito antibiótico em anaeróbios e por classe de antibióticos.

Serão realizados mais estudos clínicos e translacionais para testar a interação de antibióticos de diferentes atividades e classes na microbiota anaeróbia/aeróbica do cólon e mecanismos de carcinogênese.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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Referências:

“El #gonococo se está haciendo resistente a los #antibióticos”

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Pompeyo Viciana, médico de Enfermedades Infecciosas del Virgen del Rocío (Sevilla), asegura que las cifras del VIH están cayendo, mientras que las del resto de ITS aumentan.

Pompeyo Viciana, adjunto del Servicio de Enfermedades Infecciosas del Hospital Universitario Virgen del Rocío de Sevilla.

Desde hace unos años, las principales infecciones de transmisión sexual (ITS) han regresado a los países del primer mundo como si de un bumerán se tratase: con fuerza y en niveles muy similares a los que había antes de la epidemia de sida de mediados de los años 80. Al mismo tiempo, el VIH ha frenado su avance y está reduciendo sus cifras gracias a los actuales protocolos y a los tratamientos antirretrovirales, capaces de reducir la carga viral a niveles indetectables.

Para Pompeyo Viciana, médico adjunto del Servicio de Enfermedades Infecciosas del Hospital Universitario Virgen del Rocío (Sevilla), la primera situación expuesta es un grave problema para el que se deberían tomar medidas. Sobre todo porque en casos como la gonococia empieza a ser complicado dar con un tratamiento efectivo. “El gonococo se está haciendo resistente a los antibióticos”, advierte el especialista, que asegura que en nuestro país las tasas de resistencias aún son bajas, pero en otras partes del mundo ya rondan entre el 5% y el 10%. “En Asia se han dado diversos casos que no han tenido tratamiento. Y en Londres ya se han contabilizado dos”, alerta.
Según los datos más recientes (de 2016) recabados por el Centro Europeo para la Prevención y Control de Enfermedades, en la UE se dan casi 19 casos de gonococia por cada 100.000 habitantes, la mayoría en hombres que mantienen sexo con hombres de entre 20 y 24 años. Una cifra que va en aumento, pero que parece pequeña junto a la de los casos de clamidia: 184 por cada 100.000 habitantes, con un alto porcentaje en mujeres jóvenes.
“El problema que presenta es que para diagnosticarla hay que tomar una muestra en el sitio exacto donde se ha producido la infección: flujos vaginales, garganta o ano. Además, la prueba se hace con unos test moleculares que no están distribuidos más que en clínicas específicas de ITS, y en España hay muy pocas. En Andalucía, por ejemplo, sólo tenemos tres para ocho provincias y más de 8 millones de personas”, lamenta Viciana.

“En España se implantará la PReP al final del verano; cada comunidad tendrá que decidir en estos meses cómo será su estrategia al respecto”

Según su experiencia, prácticamente el 15% de las personas a las que se toman muestras con infección por VIH tienen clamidia de forma asintomática, especialmente en hombres. “Los principales síntomas para detectarla en ellos son secreción en la uretra, algo de moco en las heces o molestias en la garganta. En mujeres, los síntomas son más evidentes: leucorrea, mal olor y problemas para la concepción. Es una de las primeras causas de embarazo ectópico y no permite tener niños porque obstruye las trompas de Falopio”, enumera.

Derivado de la clamidia africana es el linfogranuloma venéreo, “una dolencia que estaba confinada en una pequeña región del mundo y que ha empezado a despuntar desde hace pocos años a nivel mundial”, comenta el especialista del Virgen del Rocío. Según éste, en la última Conferencia sobre Retrovirus e Infecciones Oportunistas, celebrada en Seattle (Estados Unidos) el pasado mes de marzo, se hizo patente la presencia de esta enfermedad en el continente americano.

“El 20% de las personas que detectamos con VIH tiene una ITS. Al
cabo de los años, casi el 70% de estos pacientes han padecido una”

“En Europa ya llevamos viéndolo desde hace seis años. Es una infección que produce un cuadro muy exagerado: dolor, aparición de ganglios en la ingle y moco purulento en las heces. Normalmente se da en hombres que mantienen sexo con hombres”, comenta Viciana. Desde su punto de vista el gran problema que lleva consigo es el diagnóstico erróneo.

“Al ser bastante desconocida, los pacientes terminan siendo derivados a digestivo por dolores en el ano y sangrados. Suelen ser diagnosticados de colitis ulcerosa o de otra enfermedad inflamatoria intestinal y se les trata con esteroides, algo totalmente contraproducente”, advierte Viciana. Por eso, ante un cuadro así, recomienda preguntarle al paciente cómo son sus relaciones sexuales. “Si se detecta a tiempo se puede curar con antibióticos”, asegura.

Sífilis

La sifilis es otra ITS que se ha disparado en la última década. “En Estados Unidos se han registrado unas tasas similares a las que había antes de la epidemia de sida, de 300 casos por 100.000 habitantes. El miedo a contagiarse por VIH que existía entonces hizo caer las cifras por debajo de 50. Pero ahora se ha perdido ese miedo y no se toman las precauciones necesarias a la hora de practicar sexo”, lamenta Viciana.

En su opinión, hay que hacer un trabajo exhaustivo de concienciación, sobre todo entre los jóvenes que empiezan a tener relaciones sexuales. “Deben saber que tomar la profilaxis preexposición (PReP) les puede librar del VIH, pero no de otras ITS, y que el uso del preservativo es el mejor seguro de vida que tienen en este sentido. Hay que seguir elaborando estrategias de educación para la población, sobre todo para los grupos de riesgo, y de formación para los sanitarios”.

 

Unas jornadas para concienciar sobre las ITS

Con la intención de mejorar los niveles de concienciación tanto en la población general como entre los profesionales sanitarios, el Hospital Virgen del Rocío acogerá este viernes la segunda edición de las jornadas ITS/VIH. Han sido organizadas por Pompeyo Viciana y por su compañero César Sotomayor, que también parte del equipo del Servicio de Enfermedades Infecciosas del mismo centro.

Según Viciana, se han convertido en un punto de información conjunta en el que participan no sólo los servicios de vigilancia epidemiológica y los servicios sanitarios, sino también miembros diversos de la comunidad especializados en este campo, y educadores de salud. “El objetivo es modificar la tendencia ascendente de las ITS con ciertos cambios de conducta”.

Por ejemplo, poder hablar abiertamente de relaciones sexuales con el profesional sanitario, evitando suposiciones falsas; ser tratado correctamente, con confianza y respeto; realizar los test de ITS/VIH siempre que se sospeche que hay riesgo; y, sobre todo, buscar la manera de conseguir que toda la población tome conciencia real de los riesgos que genera el tener sexo sin protección.

En esta edición se tratarán temas como las actualizaciones sobre intervenciones en ITS/VIH, novedades clínicas y diagnósticas, así como un apartado especial de vacunaciones en población con VIH o en riesgo, “incluyendo el despistaje del virus de papiloma humano y del cáncer anal”, comenta Viciana. También se realizarán talleres participativos en los que se discutirá sobre supuestos clínicos de ITS/VIH y sobre las actuaciones, objetivos y planteamientos que se recomiendan en cada uno de ellos.

Entre los ponentes que participarán en las jornadas está Pep Coll, coordinador de cohortes clínicas del programa Hivacat de IrsiCaixa para el desarrollo de vacunas contra el VIH, que ofrecerá una charla sobre los nuevos protocolos en PrEP que están por llegar.

También se contará con Carmen Hidalgo, del Servicio de Enfermedades Infecciosas del Hospital Universitario Virgen de las Nieves (Granada), encargada de dar un repaso al despistaje de cáncer anal en población con VIH. La inscripción a las jornadas es gratuita hasta completar el aforo.

#El consumo a largo plazo de #antibióticos se asocia a un mayor #riesgo cardiovascular en mujeres (Eur Heart J)

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  • Noticias Médicas

Las mujeres de más de 40 años que toman antibióticos durante 2 meses o más tienen mayor riesgo de infarto de miocardio o ictus, según una investigación realizada en casi 36.500 mujeres que se ha publicado en el European Heart Journal.

El estudio analizó los datos entre 2004 y 2012 del Nurses Health Study, que se lleva realizando en Estados Unidos desde 1976. En 2004, las mujeres tenían 60 años o más, y se les preguntó sobre el uso de antibióticos cuando eran jóvenes (20-39), de mediana edad (40-59) o mayores (60 años o más).

Los investigadores las categorizaron en cuatro grupos: las que nunca habían tomado antibióticos, las que los habían tomado por períodos de menos de 15 días, 15 días a dos meses, o durante dos meses o más. Durante un período de seguimiento promedio de casi ocho años, durante el cual las mujeres continuaron rellenando cuestionarios cada dos años, 1.056 participantes desarrollaron enfermedad cardiovascular.

Después de ajustar los factores que podrían afectar sus resultados, como la edad, la raza, el sexo, la dieta y el estilo de vida, las razones para el uso de antibióticos, el sobrepeso o la obesidad, otras enfermedades y el uso de medicamentos, los investigadores concluyeron que las mujeres que usaron antibióticos por períodos de dos meses o más a finales de la edad adulta tenían un 32% más de probabilidades de desarrollar enfermedades cardiovasculares que las mujeres que no usaron antibióticos.

Las mujeres que tomaron antibióticos durante más de dos meses en la mediana edad tuvieron un riesgo 28% mayor en comparación con las mujeres que no lo hicieron. Estos hallazgos significan que entre las mujeres que toman antibióticos durante 2 meses o más a finales de la edad adulta, 6 mujeres por cada 1.000 desarrollarán una enfermedad cardiovascular, en comparación con tres por cada 1.000 entre las que no habían tomado antibióticos.

El líder del estudio, Lu Qi, director del Centro de Investigación de la Obesidad de la Universidad de Tulane (Estados Unidos), sugiere que una posible razón por la que el uso de antibióticos se relaciona con un mayor riesgo de enfermedades cardiovasculares es porque alteran el equilibrio del microambiente en el intestino, destruyen las bacterias probióticas beneficiosas e incrementan la prevalencia de los virus, las bacterias y otros microorganismos que pueden causar enfermedades.

“El uso de antibióticos es el factor más crítico para alterar el equilibrio de los microorganismos en el intestino. Estudios anteriores han mostrado una relación entre las alteraciones en el ambiente microbiano del intestino y la inflamación y el estrechamiento de los vasos sanguíneos, el accidente cerebrovascular y la enfermedad cardiaca”, ha añadido.

#El #magnesio ayuda a las #bacterias a sobrevivir a los #antibióticos

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Una investigación con participación de la UPF aporta una nueva visión para el desarrollo de antibióticos o para aumentar la efectividad de los antimicrobianos actuales.

A veces el antibiótico no elimina toda la población de bacterias.

 

Los antibióticos no siempre eliminan a toda una población de bacterias, aunque todos los microbios sean idénticos genéticamente, no hayan desarrollado resistencia al antibiótico y se encuentren en condiciones iguales, algunos sobreviven y otros no. ¿Por qué? Un equipo de científicos de la Universidad Pompeu Fabra, en Barcelona, y de la Universidad de California en San Diego han descubierto que esta situación está causada por el magnesio, que promueve la supervivencia de algunas bacterias frente a un tipo de antibióticos.

En este trabajo, publicado en la revista Cell, los investigadores han estudiado aquellos antibióticos que luchan contra las bacterias mediante el bloqueo de su fabricación de proteínas. Es decir, que atacan a los ribosomas, la maquinaria molecular responsable de la producción de proteínas dentro de las células, y por tanto uno de los pilares fundamentales para el crecimiento bacteriano. Los ribosomas mantienen su estructura compleja gracias a la presencia de iones, moléculas cargadas eléctricamente.

Los científicos observaron que los iones que tienen un papel más importante en la estructura del ribosoma son los de magnesio, ya que se unen a los ribosomas, les aportan cohesión y así los estabilizan. “Por lo tanto, cuando atacamos a los ribosomas con antibióticos, si estos disponen de suficiente magnesio son más estables, y por tanto más resistentes”, explica Jordi Garcia-Ojalvo, catedrático de Biología de Sistemas del Departamento de Ciencias Experimentales y de la Salud (DCEXS) de la UPF. “En cambio, cuando las bacterias tienen poco magnesio, sus ribosomas son más inestables y cuando son atacados se desestabilizan, la célula no puede producir proteínas correctamente y muere”, añade. En este trabajo, se muestra por primera vez la influencia del flujo de iones en la supervivencia de las bacterias a los antibióticos.

Letícia Galera-Laporta, primera autora del estudio, detalla “para demostrar que el factor principal que determina la supervivencia de las bacterias Bacillus subtilis es la regulación del magnesio, combinamos el estudio de un modelo matemático y experimentos, entre los cuales se incluyen diferentes perturbaciones químicas y estructurales de los ribosomas”.

En el ámbito técnico es difícil medir la concentración de magnesio a nivel de células individuales, pero pudieron obtener este dato mediante la medida del potencial de membrana de millones de células utilizando la microscopia de fluorescencia. El potencial de membrana está presente en todas las células, por ejemplo en las neuronas de nuestro cerebro, y está asociado a la diferencia de iones entre el interior y el exterior de la célula.

Esta propiedad permitió a los científicos detectar dos tipos de células dentro de una misma población. Una fracción de células presenta cambios repentinos en el potencial de membrana, puesto que no regulan correctamente el flujo de iones a través de su membrana, y finalmente acaban muriendo. Por otro lado, las células que bajo el estrés del antibiótico consiguen modular el flujo de iones de magnesio y mantener su potencial de membrana estable son las que sobreviven al ataque.

“Nuestros resultados aportan una nueva visión para el estudio de nuevos antibióticos o incluso para aumentar la efectividad de los antibióticos que actualmente se utilizan. Una posible línea de investigación futura, por ejemplo, podría ser utilizar el antibiótico junto con un suplemento que bloquee el transporte de magnesio en las bacterias”, concluye Letícia Galera-Laporta.

#Reducir el consumo de #antibióticos es clave para no alterar la #microbiota

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Para evitar el desequilibrio de la microbiota es clave reducir el consumo de antibióticos, además de tener una alimentación sana, según ha señalado el coordinador de una jornada sobre microbiota intestinal en la Fundación Ramón Areces, Emilio Bouza.

La microbiota  es la comunidad de microorganismos que habitan en nuestro cuerpo, sobre todo en nuestros intestinos, lo que los convierte en el lugar más densamente poblado”, ha resumido Darío García de Viedma, del Hospital Gregorio Marañón de Madrid.

También, “protege de muchas enfermedades, de ser invadidos por patógenos externos, pero cuando se produce el desequilibrio entre esas comunidades de microorganismos, también llega la enfermedad”, añade.

El interés por esta comunidad se incrementó “después de unas oleadas de diarreas que provocó un alto número de víctimas mortales en Estados Unidos y Canadá primero y después en Europa”, ya que se ha comprobado que tenía relación con la microbiota, según Bouza.

Por otro lado, enfermedades tan distintas como la obesidad, el Parkinson, el autismo y la depresión tienen, en ocasiones, un origen común en la microbiota intestinal. De esta manera lo han dado a conocer diferentes investigadores, que han analizado la cuestión desde muy distintos ángulos.

También, el diagnóstico de estas patologías se puede identificar cuándo se produce ese desequilibrio en la microbiota, un proceso conocido como disbiosis. La relación con enfermedades cardiovasculares y con la obesidad, por ejemplo, se ha detectado cuando -para regular la microbiota- un paciente obeso ha recibido un trasplante fecal que procedía de un donante sin sobrepeso.

#Antibióticos y #limpiadores biocidas pueden extender la resistencia a múltiples fármacos (Appl Environ Microbiol)

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La contaminación del ambiente doméstico puede contribuir a la reinfección de seres humanos y animales con SARM.

El uso de antibióticos en personas o mascotas y el uso de productos de limpieza desinfectantes con principios activos biocidas como la lejía, están asociados con la resistencia a múltiples fármacos en ‘Staphylococcus aureus’ resistente a la meticilina (SARM) en el hogar. Esta contaminación del ambiente doméstico puede contribuir a la reinfección de seres humanos y animales con SARM, y al posterior fracaso del tratamiento, según concluye una investigación que se publica en “Applied and Environmental Microbiology”, una revista de la American Society for Microbiology (ASM).
La multirresistencia de SARM y la reinfección con SARM, apunta el autor correspondiente Jonathan Shahbazian, fue lo más importante en este estudio, que también mostró que, si se usaba en seres humanos o animales de compañía, el antibiótico clindamicina no estaba vinculado con el riesgo de bacterias resistentes a múltiples fármacos en el hogar.<p “=””
El tratamiento con mupirocina, un antibiótico utilizado para tratar las infecciones de la piel y erradicar el SARM de los conductos nasales con el fin de prevenir su propagación mediante los estornudos, está débilmente asociado con la resistencia a la mupirocina en el ambiente doméstico. Eso “podría complicar los esfuerzos de descolonización que se basan en el uso de pomada nasal de mupirocina”, dice Shahbazian, quien realizó el estudio mientras terminaba su máster en Salud Pública en la Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, en Baltimore, Maryland, Estados Unidos.
Además, Shahbazian subraya que el cien por cien de los SARM aislados por los investigadores de los hogares rurales eran multirresistentes, lo que sugiere que vivir en una casa rural puede ser un factor de riesgo para la resistencia a múltiples fármacos. “También encontramos que la presencia de mascotas domésticas estaba asociada con SARM resistente a múltiples fármacos en el ambiente doméstico, mientras que la presencia de plagas no deseadas, como ratones o cucarachas, se asoció con cepas de SARM no resistentes a múltiples fármacos”, detalla Shahbazian.
En el estudio, los investigadores recogieron muestras de los ambientes domésticos y animales de compañía de los hogares inscritos en un gran ensayo controlado aleatorio, que tuvo lugar durante un periodo de 14 meses. Estos expertos analizaron si los esfuerzos de todo el hogar para erradicar SARM –incluyendo el uso diario de pomada nasal de mupirocina y lavado corporal con clorhexidina– tuvieron éxito en la reducción de la recurrencia de SARM entre adultos y niños que habían sido previamente diagnosticados con SARM en la piel o tejido blando.
Los autores del trabajo repitieron el muestreo en 65 hogares tres meses después de que los residentes habían sido tratados por SARM, o, como control, después de haber recibido formación sobre SARM. “Basándonos en la evidencia, sospechamos fuertemente que la contaminación ambiental del hogar con SARM contribuye a la recurrencia”, dice Shahbazian.
Los investigadores también sospechan que las presiones selectivas domésticas sobre el reservorio medioambiental de SARM en el hogar promueven la persistencia de cepas multirresistentes. “La hipótesis es que las personas infectadas o colonizadas y los animales de compañía dejan SARM en el entorno doméstico”, que luego vuelve a infectar a los miembros de la familia.
Los científicos llegaron a la conclusión de que entender mejor qué causa SARM medioambiental de origen para convertirse en multirresistente y, por tanto, ser más difícil de tratar, podría ayudar a identificar qué hogares son más propensos a albergar SARM multirresistente, por lo que estos podrían ser posible centrarse en ellos para la erradicación del patógeno.

#Descubren cómo el uso de #antibióticos debilita al organismo para combatir #enfermedades (PLoS Pathog)

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Los neutrófilos juegan un papel importante como respuesta inmune innata de primera línea cuando un patógeno externo nos invade.

Los neutrófilos juegan un papel importante como respuesta inmune innata de primera línea cuando un patógeno externo nos invade.

 Investigadores de la University of Virginia (Estados Unidos) han descubierto que el uso de antibióticos hace que los neutrófilos, un tipo de células del sistema inmune, sean menos eficaces a la hora de luchar contra infecciones y se debilite la barrera intestinal contra microorganismos invasores.
Un hallazgo que publica la revista “PLoS Pathogens” y que, según sus autores, suma un argumento más para limitar el uso de estos medicamentos y combatir la resistencia que muchas bacterias están desarrollando contra los de uso más común.
“Los neutrófilos juegan un papel importante como respuesta inmune innata de primera línea cuando un patógeno externo nos invade”, ha explicado Koji Watanabe, uno de los investigadores principales de este trabajo.
Los investigadores estaban investigando el papel de la microbiota intestinal en la colitis amebiana, una infección parasitaria potencialmente letal que resulta muy común en los países en desarrollo.
Para ello, analizaron muestras de heces procedentes de niños de los barrios más pobres de Dhaka, en Bangladesh, observando que los niños que sufrían infecciones más graves tenían menos diversidad en su microbiota intestinal.
En estos países está muy extendido el uso abusivo de antibióticos, y hay niños que con solo dos años ya han recibido más de dos docenas de tratamientos.
Los investigadores utilizaron ratones de laboratorio para determinar cómo la disminución de la flora intestinal natural podía empeorar la enfermedad, y así vieron que los antibióticos interrumpían la presencia de microbios en el intestino, disminuyendo la actividad de neutrófilos e impidiendo a estos glóbulos blancos responder cuando realmente eran necesarios.
“Es otra razón importante para no usar antibióticos a menos que sean claramente necesarios”, ha añadido Bill Petri, jefe de Enfermedades Infecciosas de la University of Virginia.
Y además de arrojar luz sobre el papel de la microbiota, el trabajo también puede ser importante para el desarrollo de una futura vacuna contra la colitis amebiana, también conocida como amebiasis.

#Una nueva clase de #antibióticos podría ser eficaz en el tratamiento contra la #gonorrea (Antimicrob Agents Chemother)

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La amenaza inminente de enfermedades infecciosas resistentes a los antibióticos no tratables es un problema mundial.

Investigadores del Imperial College London y de la London School of Hygiene & Tropical Medicine (Reino Unido) han descubierto una nueva clase de antibióticos que, probados en laboratorio, se cree que podrían ser eficaces en el tratamiento contra la gonorrea.

En concreto, los investigadores, cuyo trabajo ha sido publicado en “Antimicrobial Agents and Chemotherapy”, probaron 149 muestras de la bacteria ‘N. gonorrhoeae’ de pacientes hospitalizados con infecciones en la garganta, la uretra, el cuello uterino y el recto. De esta forma, encontraron que, a dosis muy bajas (0,125 mg/l), el antibiótico closthioamide era eficaz en 146 de 149 muestras tomadas de los pacientes.

“La amenaza inminente de enfermedades infecciosas resistentes a los antibióticos no tratables, incluida la gonorrea, es un problema mundial, para el que necesitamos urgentemente nuevos antibióticos”, ha recordado el autor principal del Departamento Imperial de Ciencias de la Vida, John Heap.

Asimismo, la autora principal de la London School of Hygiene & Tropical Medicine, Victoria Miari, ha añadido que, con ninguna vacuna eficaz disponible, los nuevos antibióticos son “urgentemente” necesarios para hacer frente a esta infección que, sin tratamiento, puede tener consecuencias muy graves.

Aunque todavía no se ha probado en animales y seres humanos, los investigadores dicen que el antibiótico podría ser un nuevo paso en la lucha contra la enfermedad. Ahora, van a continuar el estudio en el laboratorio para evaluar aún más la seguridad y la eficacia del antibiótico.

#Sem evidências de que a suspensão precoce dos #antibióticos aumente a #resistência microbiana

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Theresa Bebbington

A mensagem dada pelos médicos para “completar o tratamento” ao prescrever antibióticos deve ser abandonada, dizem os especialistas.

Eles argumentam que esta conduta não é embasada em evidências e deve ser modificada.

Os antibióticos são importantes no combate às infecções, mas em todo o mundo há uma crescente preocupação com o número de casos em que as bactérias se tornaram resistentes a esses medicamentos.

Para evitar o aumento da resistência aos antibióticos é essencial reduzir o uso desnecessário deles.

A recomendação atual da Organização Mundial da Saúde (OMS) é “sempre completar o tratamento prescrito, mesmo que você se sinta melhor, porque parar o tratamento precocemente promove o aumento de bactérias resistentes aos medicamentos”.

No Reino Unido, na verdade, essa orientação está incluída no currículo do ensino médio.

No entanto, muitos infectologistas instam legisladores, educadores e médicos que reconsiderem a orientação dada aos pacientes na prescrição de antibióticos.

O Dr. Martin J Llewelyn, PhD, médico e professor de Doenças Infecciosas e Parasitárias na Brighton e Sussex Medical School, e colaboradores, apresentaram sua análise contra a mensagem “complete o tratamento” em um artigo publicado no periódico British Medical Journal.

A equipe afirma que não há comprovação de que a suspensão precoce do uso dos antibióticos incentive a resistência aos antimicrobianos – e que tomá-los por mais tempo do que o necessário aumente o risco de resistência.

Resistência microbiana aos antibióticos

Ns análise, os autores relatam que o temor de que o curso incompleto do tratamento possa levar à resistência microbiana surgiu pela primeira vez na década de 40 do século passado.

O discurso de Alexander Fleming ao aceitar o Prêmio Nobel em 1945, por exemplo, expôs a visão do médico de que, caso não fosse usada penicilina suficiente para tratar a infecção estreptocócica da garganta, uma forma resistente da infecção poderia ser transmitida para outra pessoa. Ao final, descobriu-se que as bactérias do tipo estreptococos, responsáveis pelas infecções da garganta, ainda não desenvolveram resistência à penicilina.

É verdade que para certas infecções como tuberculose, gonorreia e malária, quando os microrganismos que causam a infecção se reproduzem, podem surgir mutações resistentes aos antibióticos se a dose de antibiótico administrada durante o tratamento for inadequada, ou se for utilizado apenas um medicamento. Isso é conhecido como seleção em alvo. No entanto, a maioria das bactérias não desenvolve resistência por seleção em alvo.

Em vez disso, os antibióticos podem modificar uma flora geralmente inofensiva, ou os microrganismos normalmente encontrados na pele e nas mucosas, ou nos intestinos, permitindo que espécies ou cepas resistentes oportunistas as substituam. Isso é conhecido como seleção colateral. Quanto mais essas espécies oportunistas ou cepas forem expostas aos antibióticos, argumentam os autores, maiores as chances de haver resistência a esses medicamentos.

Dr. Llewelyn e colaboradores dizem que, devido a questões históricas sobre tratamento incompleto, e à antiga falta de cuidado com o uso excessivo de antibióticos, a duração dos tratamentos recomendados pode ser muito longa. Para a maioria das indicações, “estudos para identificar o tempo mínimo para um tratamento eficaz simplesmente não foram realizados”.

Os especialistas observam que existem alguns casos, como a otite média (infecção do ouvido), nos quais a menor duração do tratamento pode não ser tão eficaz, mas também salientam que existe um risco menor de infecção adicional ou resistente em alguns pacientes com pneumonia tomando antibióticos por menos tempo. Ensaios clínicos podem ajudar a estabelecer a duração ideal do tratamento com antibióticos.

Menos é mais

Os autores informam que, para os patógenos oportunistas, “não há ensaios clínicos mostrando maior risco de resistência entre pacientes que fizeram tratamentos mais curtos”. Eles também argumentam que um tratamento mais curto pode significar menor risco de desenvolver infecção resistente.

Nos hospitais, pode se fazer exames ​​para determinar quando parar o tratamento, mas isso não é viável fora do ambiente hospitalar.

Dr. Llewelyn e os colaboradores sugerem desconsiderar a orientação da OMS, substituindo-a pela orientação de suspender o tratamento quando o paciente se sentir melhor. A equipe observa que, em um ensaio clínico, a suspensão dos antibióticos no tratamento da pneumonia quando o paciente não tinha mais febre reduziu para a metade a duração média da antibioticoterapia e não comprometeu a recuperação.

A Public Health England já substituiu a antiga mensagem “completar o tratamento” por “exatamente como prescrito”. No entanto, os autores agora pedem para descartar de uma vez por todas a mensagem “completar o tratamento” e querem que os médicos reconheçam ativamente que esta mensagem está incorreta.

Eles também acreditam que o público apoiará a abordagem, dizendo: “Completar o tratamento vai contra uma das crenças mais fundamentais e difundidas que as pessoas têm sobre medicamentos, que é a de que devemos tomar o mínimo necessário de medicamentos”.

Sin evidencia de que la suspensión temprana de #antibióticos conlleve mayor #resistencia

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Theresa Bebbington

El consejo que dan los médicos de “completar el tratamiento” al tomar antibióticos debe descartarse, dicen expertos.[1]

Aducen que no está respaldado por evidencia y se debe reemplazar.

Los antibióticos son importantes en la lucha contra las infecciones, pero cada vez hay más inquietud a nivel mundial sobre el número de casos en los que las bacterias se han vuelto resistentes a estos medicamentos.

Para evitar un aumento de la resistencia a antibiótico, es esencial reducir la utilización innecesaria del mismo.

La recomendación actual de la Organización Mundial de la Salud (OMS) es “siempre completar toda la prescripción, aun cuando el paciente se sienta mejor, pues suspender el tratamiento en etapa temprana favorece el desarrollo de bacterias resistentes a antibióticos”.

En el Reino Unido, de hecho, esta recomendación se incluye en el programa escolar para los niños de escuela secundaria.

Sin embargo, varios expertos en enfermedades infecciosas están recomendando a autoridades, educadores y médicos que reconsideren el consejo que le dan a los pacientes al prescribir antibióticos.

Martin J. Llewelyn, profesor de enfermedades infecciosas en la Brighton and Sussex Medical School, Reino Unido, y sus colaboradores, han presentado su análisis en contra del mensaje de ‘terminar el tratamiento’ en un artículo publicado en BMJ.

Los autores refieren que no hay evidencia de que suspender los antibióticos en una etapa temprana fomente la resistencia a antibiótico y que tomarlos por más tiempo que el necesario aumenta el riesgo de resistencia.

Resistencia a antibiótico

En su análisis, los autores informan que las inquietudes en torno a que no tomar suficiente antibiótico conduce a resistencia en el tratamiento surgieron inicialmente en la década de 1940.

El discurso de aceptación del Premio Nobel de 1945, de Alexander Fleming, por ejemplo, incluyó este punto de vista de que si se administra penicilina insuficiente para una infección faríngea estreptocócica, se podría transmitir una forma resistente de la infección a otra persona. Resultó que las bacterias estreptocócicas que producen infecciones de la faringe todavía no desarrollaban resistencia a la penicilina.

Es verdad que en determinadas infecciones (como tuberculosis, gonorrea y malaria) cuando se replican microorganismos que producen la infección, pueden ocurrir mutaciones resistentes a antibiótico cuando se administra la dosis inadecuada de antibiótico durante el tratamiento o solo se utiliza un medicamento. A esto se le conoce como selección dirigida. Sin embargo, la mayoría de las bacterias no desarrolla resistencia a través de la selección dirigida.

En cambio, tomar antibióticos puede afectar la microflora o microorganismos por lo general inocuos que normalmente se encuentran en nuestra piel y membranas o en nuestros intestinos y esto permite que especies resistentes oportunistas los reemplacen. A esto se le conoce como selección colateral. Cuanto más tiempo estén expuestas estas especies o cepas oportunistas a los antibióticos, aducen los autores, tantas mayores serán las oportunidades de que ocurra resistencia al antibiótico.

El Prof. Llewelyn y sus colaboradores afirman que debido a la inquietud histórica en torno al infratratamiento y a que antes no había preocupación por la sobreutilización, las duraciones o ciclos de tratamiento recomendados pueden ser demasiado prolongados. En la mayoría de las indicaciones, “simplemente no se han realizado estudios para identificar la duración mínima del tratamiento eficaz”.

Señalan que hay algunos casos, como la otitis media, en la que un tratamiento de duración más breve puede no ser tan eficaz, pero también puntualizan que hay un menor riesgo de infección adicional o resistente en algunos pacientes con neumonía que reciben ciclos más breves de antibióticos. Los estudios clínicos pueden ayudar a establecer la duración óptima para la antibioticoterapia.

Menos es más

Los autores informan que, en el caso de los microorganismos patógenos oportunistas, “no hay estudios clínicos que hayan demostrado un aumento en el riesgo de resistencia en pacientes que toman tratamientos más breves”. También aducen que el tratamiento más breve puede significar menor riesgo de que se presente una infección resistente.

En el medio intrahospitalario, se pueden utilizar pruebas para determinar cuándo suspender el tratamiento, pero esto no es factible en el ámbito extrahospitalario.

El Prof. Llewelyn y sus colaboradores sugieren descartar el consejo de la OMS y reemplazarlo con consejos para detener el tratamiento cuando el paciente se sienta mejor. Señalan que en un estudio clínico, la suspensión de los antibióticos para tratar la neumonía cuando se resolvió la fiebre del paciente redujo a la mitad la duración promedio de la antibioticoterapia y no afectó al restablecimiento.

Public Health England ya ha reemplazado el mensaje antiguo de “completar el tratamiento” con “exactamente como se prescribe”. Sin embargo, los autores ahora están recomendando descartar del todo el mensaje “completar el tratamiento” y desean que las autoridades reconozcan activamente que es incorrecto.

También consideran que el público respaldará este enfoque, diciendo: “Completar el tratamiento se contrapone a una de las creencias sobre medicación más fundamentales y generalizadas que tiene la gente, que es que deben tomar la mínima medicación que sea necesaria”.

El Prof. Llewelyn y sus colaboradores han declarado no tener ningún conflicto de interés económico pertinente.