COVID-19

#Ibuprofeno e outros #AINEs são desaconselhados para pacientes com #Covid-19

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O Ministério da Saúde divulgou nota técnica nesta quarta-feira, 18, desaconselhando o uso anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno, e corticoides, em casos suspeitos de Covid-19, a doença respiratória causada pelo novo coronavírus. A nota veio depois da orientação do ministro francês sobre assunto, no último sábado (14), que foi replicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) ontem.

Apesar de não haver evidências para afirmar a associação entre a piora dos casos da doença em uso do ibuprofeno, o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, se manifestou dizendo que “em casos suspeitos, recomendamos paracetamol, não ibuprofeno”.

 

Coronavírus e ibuprofeno

As orientações foram feitas depois da publicação de uma pesquisa no The Lancet, na semana passada. Segundo o estudo, os novos coronavírus se ligam às células-alvo através da enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2), que é expressa pelas células epiteliais do pulmão, intestino, rim e vasos sanguíneos. Esta enzima pode ter sua expressão aumentada em paciente com diabetes e hipertensão em uso de inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), bloqueadores de receptores de angiotensina II (BRA), e ibuprofeno.

A hipótese dos autores é de que o tratamento de diabetes e hipertensão arterial com medicamentos estimulantes da ACE2 aumentariam o risco de desenvolvimento grave e fatal de Covid-19, mas ainda são necessários ensaios clínicos e outros estudos para poder confirmar a hipótese.

 

Ainda assim, a nota do Ministério diz que, “diante das incertezas e da lacuna de evidências comprovada sobre o tópico, recomenda-se o não uso de Ibuprofeno e outros AINEs, sendo preferível as medicações analgésicas, tais como paracetamol e dipirona”.

Por outro lado, em linha com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o Ministério não recomenda a suspensão de IECA e BRA por pacientes que fazem uso desses medicamentos. “A avaliação médica do paciente deve ser individualizada em relação ao risco cardiovascular da suspensão dos fármacos versus ao risco potencial de complicações pela infecção por SARS COV-2″.

Autora:

Dayanna de Oliveira Quintanilha

Residência em Clínica Médica na UFF ⦁ Graduação em Medicina pela UFF ⦁ Contato: dayquintan@hotmail.com ⦁ Instagram: @medayquintan

Referências bibliográficas:

#Pas d’AINS en cas de #COVID-19 et #d’infections ORL !

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Paris-France — Alors que le nombre de cas de Covid-19 en France croit de façon exponentielle et que le confinement de la population se profile, la Direction Générale de la Santé (DGS) alerte les professionnels de santé sur l’importance de ne pas utiliser d’AINS (ibuprofène…) en cas de suspicion de Covid-19 ou de toute autre virose respiratoire. Une alerte de bon sens selon le Pr Christian Perronne, infectiologue à Garches.

« Les AINS doivent être proscrits […] Des évènements indésirables graves liés à l’utilisation des anti-inflammatoires non stéroïdiens (AINS) ont été signalés chez des patients atteints de COVID19, cas possibles ou confirmés », a indiqué la DGS sur son site samedi [1].

L’institution rappelle que le traitement d’une fièvre mal tolérée ou de douleurs dans le cadre du COVID19 ou de toute autre virose respiratoire repose sur le paracétamol, sans dépasser la dose de 60 mg/kg/jour et de 3 g/jour.

Les anti-inflammatoires non stéroïdiens ne sont d’ailleurs plus en vente libre dans les pharmacies depuis le 15 janvier dernier en France en raison leurs effets aggravant dans les états infectieux.

« A l’inverse, les patients sous corticoïdes ou autres immunosuppresseurs pour une pathologie chronique ne doivent pas interrompre leur traitement, sauf avis contraire du médecin qui les suit pour cette pathologie », insiste la DGS.

Les AINS doivent être proscrits ANSM

 

3 questions au Pr Perronne 

Medscape : Avez-vous vu des cas d’aggravation de Covid-19 par les AINS ?

Non, pas personnellement. Cela a été démontré par des résultats chinois, je pense. Nous n’avons pas encore assez de recul en France.

Pr Perronne : Etes-vous surpris de cette non-contreindication des AINS ?

Christian Perronne : Les AINS ne sont pas adaptés aux infections respiratoires. On le sait depuis plus de 20 ans. C’était l’expérience de beaucoup de médecins. Malheureusement, à l’époque, on manquait d’études randomisées pour le dire. Ils favorisent les surinfections dans les otites, les sinusites, la varicelle, dans les érysipèles… Je ne donne jamais d’AINS par principe ou, dans des cas exceptionnels, quand on ne peut pas faire autrement. Cette classe thérapeutique n’a pas une bonne tolérance.

Medscape : Pourquoi cette classe thérapeutique est-elle dangereuse spécifiquement ?

Parce que les AINS bloquent un peu la réponse primaire aux polynucléaires qui sont une barrière de première ligne dans les infections courantes. Malheureusement, les AINS sont très très utilisés. Ils ont été très à la mode.

AINS et complications infectieuses graves : dernières données

Pour rappel, une enquête demandée par l’Agence nationale de sécurité du médicament et des produits de santé (ANSM) a confirmé récemment que les AINS pouvaient avoir un rôle aggravant en cas d’infection.

Dans un communiqué, l’Agence du médicament alertait mi-avril dernier sur un risque de « complications infectieuses graves […] à l’origine d’hospitalisations, de séquelles voire de décès ».

L’enquête a montré que sur l’ensemble des cas rapportés depuis l’année 2000 dans la base nationale de pharmacovigilance (BNPV) mais aussi via Eudravigilance et Vigilyze, 337 cas de complications infectieuses avec l’ibuprofène et 49 cas avec le kétoprofène ont été retenus après avoir pris en compte uniquement les cas les plus graves chez des enfants ou des adultes (souvent jeunes) sans facteur de risque ni comorbidité.

Il s’agissait d’infections sévères de la peau et des tissus mous (dermohypodermites, fasciites nécrosantes,…), de sepsis, d’infections pleuro-pulmonaires (pneumonies compliquées d’abcès, de pleurésie), d’infections neurologiques (empyèmes, abcès cérébraux,…) ou ORL compliquées (cellulites, médiastinites,…), à l’origine d’hospitalisations, de séquelles voire de décès.

L’ANSM précisait alors que ces complications infectieuses (essentiellement à Streptocoque ou à Pneumocoque) étaient observées après de très courtes durée de traitement (2 à 3 jours), y compris lorsque la prise d’AINS était associée à une antibiothérapie.

 

(Pour en savoir plus : lire : AINS : l’ANSM alerte sur un risque de complications infectieuses graves)

 

Retrouvez les dernières informations sur le COVID-19 dans le   Centre de ressource Medscape dédié au coronavirus  .   

 

 

 

 

 

 

#O poder da #lavagem das mãos na prevenção da #Covid-19

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Nota da editora: Encontre as últimas notícias e orientações sobre a Covid-19 em nosso Centro de Informações sobre o novo coronavírus SARS-CoV-2.

 

O conselho mais importante dos especialistas da área da saúde para nos ajudar a ficar a salvo da Covid-19 é este: lave as mãos.

“Em última análise, são as mãos. As mãos são a conexão”, disse a Dra. Elizabeth Scott, codiretora do Center for Hygiene and Health in Home and Community da Simmons University, em Boston.

“Você pode não controlar o que toca. Você não pode controlar quem mais tocou em algo. Mas você pode cuidar das próprias mãos”, disse ela.

Lavagem das mãos – com água e sabão – é uma arma muito mais poderosa contra os germes do que muitos de imaginamos.

A Dra. Elizabeth diz que lavar as mãos funciona de duas formas: “Em primeiro lugar você está removendo fisicamente as coisas das suas mãos. Ao mesmo tempo, para certos agentes, o sabão vai realmente agir sobre eles, destruindo-os”.

Os coronavírus, como o SARS-CoV-2, que já infectou mais de 100.000 pessoas em todo o mundo,são encapsulados em um envelope lipídico – basicamente, uma camada de gordura. O sabão pode quebrar essa gordura e tornar o vírus incapaz de infectar.

A segunda coisa que o sabão faz é mecânica. Ele torna a pele escorregadia para que, com bastante fricção, possamos retirar os germes, e eles se vão com a água.

Parece bastante simples, mas a grande maioria das pessoas ainda não sabe lavar as mãos corretamente.

Um estudo de 2013, com observadores treinados que assistiram discretamente mais de 3.700 pessoas lavarem as próprias mãos, mostrou que apenas cerca de 5% delas seguiam todas as regras. Cerca de uma em cada quatro pessoas apenas molha as mãos sem usar sabão – o que os pesquisadores de higiene chamam de “splash and dash”. Cerca de uma em cada 10 pessoas simplesmente não lava as mãos depois de ir ao banheiro. A falha mais comum para a maioria é o tempo. Apenas 5% passam mais de 15 segundos lavando, esfregando e enxaguando as mãos.

A Dra. Elizabeth disse que isso não é o suficiente se você quer evitar ficar doente. Com um novo vírus à solta, os riscos são ainda maiores.

É hora de atualizar a técnica. Como?

Primeiro, abra a torneira. Não importa se a água é quente ou fria.

“Fizemos pesquisas sobre a temperatura da água, e o que descobrimos é que a temperatura realmente não importa em termos de efetividade”, disse o Dr. Donald Schaffner, que estuda microbiologia preditiva de alimentos, lavagem das mãos e contaminação cruzada na Rutgers University em New Brunswick, NJ.

Segundo, ensaboe as mãos. O sabão ajuda os germes a escorregar da pele quando você esfrega as mãos.

Se puder escolher o sabão, opte por um líquido ou gel em vez do sabão em espuma. Um estudo de 2017 que comparou sabonetes líquidos e em espuma da mesma marca mostrou que lavar com espuma não reduziu significativamente as bactérias nas mãos das pessoas que participaram do estudo, mas o sabão líquido sim.

O estudo foi pequeno e o primeiro deste tipo. Geralmente, os cientistas gostam de ver os resultados da pesquisa reproduzidos por outros pesquisadores antes deles serem aceitos como fato. Os participantes do estudo lavaram as mãos por apenas 6 segundos. Infelizmente, esse é o tempo médio que a maioria de nós gasta lavando as mãos – e é menos do que os 20 segundos recomendados pelos Centers of Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos.

Ainda assim, os pesquisadores acham que estes resultados fazem sentido. Como a espuma é removida mais rapidamente do que o sabão em gel, é mais provável que as pessoas façam o “splash and dash” após fazer um monte de espuma.

“As pessoas tendem a lavar as mãos por um período mais curto com o sabão em espuma”, disse a Dra. Ozlem Equils, médica e presidente de uma organização sem fins lucrativos chamada MiOra.

E o sabão em barra? Vários estudos mostraram que as bactérias podem permanecer no sabão em barra enquanto ele está úmido, o que ocorre quando ele é usado com grande frequência. Mas os estudos que analisaram se isso é um problema real, mostraram que as bactérias não se transferiram para o usuário seguinte. Se a barra parecer viscosa, lave-a com água antes de ensaboar as mãos e tente guardá-la de forma que ela seque entre cada uso.

Se você estiver em um banheiro público e não houver sabão, apenas esfregar as mãos debaixo da água já faz algum bem. Um estudo de 2011 feito por pesquisadores da London School of Tropical Hygiene mostrou que lavar as mãos somente com água reduziu as bactérias nas mãos para cerca de um quarto de antes da lavagem. Lavar com água e sabão reduziu a contagem de bactérias para cerca de 8% do que antes da lavagem.

A conclusão é: faça o melhor com o que estiver disponível. Alguma coisa é melhor do que nada.

Por quanto tempo se deve esfregar as mãos? Pelo menos 20 segundos, de acordo com os CDC. Como você provavelmente já ouviu falar, é a mesma quantidade de tempo que leva para cantar “Parabéns pra você” duas vezes. Se você já se cansou dessa, o site Wash Your Lyrics gera um infográfico com a lavagem correta das mãos baseado na sua música favorita.

Preste atenção às regiões da mão que sempre são esquecidas.

Estudos em que as pessoas passaram Glo Germ nas mãos – um produto usado para ensinar como a lavar as mãos, pois ele brilha sob uma luz negra – revelaram as áreas que as pessoas mais tendem a esquecer.

“Normalmente, os pontos que as pessoas esquecem são o dorso das mãos, e a parte inferior da palma da mão. Outras áreas com alguma fluorescência no estudo foram as unhas e a área do leito ungueal, locais que as pessoas normalmente não lavam”, disse o Dr. Donald.

Isso é algo que é bom saber: a intenção conta. Dr. Donald disse que a sua pesquisa mostrou que quanto mais as pessoas tentam melhorar a lavagem das mãos – por mais tempo, esfregando mais profundamente – menor a probabilidade de espalharem alguma contaminação em uma cozinha, por exemplo.

Por fim, seque as mãos.

“Toalhas de papel realmente têm um efeito benéfico além da simples lavagem”, disse o Dr. Donald.

Isso mesmo. Esfregar as mãos com uma toalha de papel remove ainda mais germes do que apenas lavá-las. Mãos secas também têm menos probabilidade de espalhar germes do que mãos molhadas.

Quantas vezes é preciso lavar? Muitas.

Os CDC aconselham lavar as mãos:

  • Antes, durante e depois da preparação dos alimentos
  • Antes de comer
  • Antes e depois de cuidar de alguém que está doente
  • Antes e depois de tratar de um corte ou outra ferida
  • Depois de ir ao banheiro
  • Depois de trocar fraldas ou ajudar uma criança no banheiro
  • Depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar
  • Depois de tocar em um animal, ou tocar em alimentos para animais, ou dejetos de animais
  • Depois de manusear alimentos ou petiscos para animais
  • Depois de tocar no lixo

Se não puder lavar, use um desinfetante para as mãos. Vírus com membrana lipídica, como os coronavírus, morrem com um desinfetante para as mãos à base de álcool, disse a Dra. Elizabeth. Apenas verifique se o produto contém pelo menos 62% de álcool.

Certifique-se de usar o suficiente para cobrir todas a superfície das mãos. Esfregue-o até sentir as mãos secas, o que deve levar cerca de 20 segundos.

Se você ainda tiver um pouco de pele nas mãos depois de toda essa lavagem, tente mantê-la limpa. Evite tocar em superfícies contaminadas. Use uma toalha de papel limpa para abrir as portas do banheiro. Desinfecte as superfícies sujas que você usa todos os dias, como a tela do telefone e o teclado do computador.

#WHO Declares #COVID-19 Outbreak a #Pandemic

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The World Health Organization has formally declared the COVID-19 outbreak a pandemic.

WHO has been assessing this outbreak around the clock and we are deeply concerned both by the alarming levels of spread and severity, and by the alarming levels of inaction,” WHO Director-General Tedros Adhanom Ghebreyesus said during a March 11 press briefing. “We therefore made the assessment that COVID-19 can be characterized as a pandemic.”

He noted that this is the first time a coronavirus has been seen as a pandemic.

The Director-General cautioned that just looking at the number of countries affected, 114 countries, “does not tell the full story. … We cannot say this loudly enough, or clearly enough, or often enough: All countries can still change the course of this pandemic.”

He reiterated the need for a whole-of-government and a whole-of-society approach to dealing with this, including taking precautions such as isolating, testing, and treating every case and tracing every contact, as well as readying hospitals and health care professionals.

“Let’s look out for each other, because we need each other,” he said.

This story originally appeared on MDedge.com.

#Risk Factors for Death From #COVID-19 Identified in Wuhan Patients

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Patients who did not survive hospitalization for COVID-19 in Wuhan were more likely to be older, have comorbidities, and elevated D-dimer, according to the first study to examine risk factors associated with death among adults hospitalized with COVID-19.

“Older age, showing signs of sepsis on admission, underlying diseases like high blood pressure and diabetes, and the prolonged use of noninvasive ventilation were important factors in the deaths of these patients,” coauthor Zhibo Liu said in a news release. Abnormal blood clotting was part of the clinical picture too.

Fei Zhou, MD, from the Chinese Academy of Medical Sciences, and colleagues conducted a retrospective, observational, multicenter cohort study of 191 patients, 137 of whom were discharged and 54 of whom died in the hospital.

The study, published online today in The Lancet, included all adult inpatients with laboratory-confirmed COVID-19 from Jinyintan Hospital and Wuhan Pulmonary Hospital who had been discharged or died by January 31 of this year. Severely ill patients in the province were transferred to these hospitals until February 1.

The researchers compared demographic, clinical, treatment, and laboratory data from electronic medical records between survivors and those who succumbed to the disease. The analysis also tested serial samples for viral RNA.

Overall, 91 (48%) of the 191 patients had comorbidity. Most common was hypertension (30%), followed by diabetes (19%) and coronary heart disease (8%).

The odds of dying in the hospital increased with age (odds ratio 1.10, 95% confidence interval [CI], 1.03 – 1.17, per year increase in age), higher Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) score (5.65, 2.61 – 12.23; < .0001), and D-dimer level exceeding 1 μg/L on admission.

The SOFA was previously called the “sepsis-related organ failure assessment score” and assesses rate of organ failure in intensive care units. Elevated D-dimer indicates increased risk of abnormal blood clotting, such as deep vein thrombosis.

Nonsurvivors compared with survivors had higher frequencies of respiratory failure (98% vs 36%), sepsis (100%, vs 42%), and secondary infections (50% vs 1%).

The average age of survivors was 52 years compared to 69 for those who died. Liu cited weakening of the immune system and increased inflammation, which damages organs and also promotes viral replication, as explanations for the age effect.

From the time of initial symptoms, median time to discharge from the hospital was 22 days. Average time to death was 18.5 days.

Fever persisted for a median of 12 days among all patients, and cough persisted for a median 19 days; 45% of the survivors were still coughing on discharge. In survivors, shortness of breath improved after 13 days, but persisted until death in the others.

Viral shedding persisted for a median duration of 20 days in survivors, ranging from 8 to 37. The virus (SARS-CoV-2) was detectable in nonsurvivors until death. Antiviral treatment did not curtail viral shedding.

But the viral shedding data come with a caveat. “The extended viral shedding noted in our study has important implications for guiding decisions around isolation precautions and antiviral treatment in patients with confirmed COVID-19 infection. However, we need to be clear that viral shedding time should not be confused with other self-isolation guidance for people who may have been exposed to COVID-19 but do not have symptoms, as this guidance is based on the incubation time of the virus,” explained co-lead author Bin Cao.

“Older age, elevated d-dimer levels, and high SOFA score could help clinicians to identify at an early stage those patients with COVID-19 who have poor prognosis. Prolonged viral shedding provides the rationale for a strategy of isolation of infected patients and optimal antiviral interventions in the future,” the researchers conclude.

A limitation in interpreting the findings of the study is that hospitalized patients do not represent the entire infected population. The researchers caution that “the number of deaths does not reflect the true mortality of COVID-19.” They also note that they did not have enough genetic material to accurately assess duration of viral shedding.

The Lancet. Published online March 9, 2020. Full text