Fobia social

#Los principios activos del #azafrán atenúan los síntomas de #depresión, #ansiedad y #fobia social en #adolescentes (J Affect Disorders)

Postado em

  • Noticias Médicas

Los principios activos del azafrán atenúan los síntomas de depresión, ansiedad y fobia social en adolescentes de entre 12 y 16 años de edad, según ha puesto de manifiesto un trabajo realizado por científicos de la Universidad Autónoma de Madrid (UAM), en colaboración con la Universidad de Murdoch, Australia, y la empresa Pharmactive Biotech.

Los resultados, publicados en el Journal of Affective Disorders, muestran que la administración durante ocho semanas de un nutracéutico registrado por Pharmactive Biotech con el nombre de Affron alivia los síntomas de la ansiedad y depresión en adolescentes de 12 a 16 años de edad.

En concreto, el grupo tratadp con el extracto mostró de media un 33% de reducción total de los síntomas, comparado con el 17% de mejora del grupo placebo. Por otro lado, un 37% de los jóvenes experimentaron una reducción significativa de los síntomas, comparado con el 11% de los jóvenes del grupo placebo.

Asimismo, tal y como han explicado los investigadores, desde la perspectiva de los padres se obtuvieron diferencias significativas en la reducción de los síntomas del grupo tratado con el extracto natural, comparando con placebo durante el tiempo de tratamiento: mejoras del 40% y 26%, respectivamente.

Los principios activos del azafrán, denominados lepticrosalides, han sido descritos por varios autores. Son inhibidores de la recaptación de neurotransmisores relacionados con el estado de ánimo, principalmente serotonina, dopamina y noradrenalina.

De hecho, se ha observado que las personas que sufren de depresión presentan un elevado estrés oxidativo, por lo que la ingesta de antioxidantes externos puede ayudar a prevenir los síntomas relacionados con la depresión.

Timidez e Fobia Social: uma máscara de todos os dias

Postado em

Em muitas situações na vida, sentimo-nos humilhados, desvalorizados e sem importância no meio social. Nestes momentos, podemos acreditar que somos inferiores e que somos alvo fácil de chacota e risos. E, para evitar isso, fugimos. Mas começamos a fugir a um contacto social imprescindível para a nossa segurança e bem-estar.

Quem cora de forma evidente ou apresenta outro sintoma físico desagradável, tem medo de se expor, na tentativa de não ser observado de uma forma negativa, de não ser criticado nem gozado pelo seu sintoma. Outros sintomas físicos limitadores do contacto social são as tremuras, a flatulência, a gaguez ou outros comportamentos impulsivos e atípicos, bem como marcas e características físicas anormais.

A timidez é um estado de medo que nos limita o contacto social.

máscara dourada de metal com ar desgatadoO medo, por sua vez, é uma emoção que sentimos sempre que acreditamos que vamos ter experiências que nos trarão dor, e acreditamos nisso por análise e comparação das experiências semelhantes do passado. Se, no passado, o contacto social nos trouxe dor, reagimos agora instintivamente a essa dor, fugindo, evitando esse contacto.

Algumas pessoas vivem experiências traumatizantes, como o Bullying na escola, as agressões físicas, humilhações sofridas na infância e na adolescência, críticas e pressões por parte de pais e educadores, e, ao sofrer muito com isso, acreditam que as pessoas as magoam e que devem fugir do contacto social para não se sentirem ameaçadas.

Estas experiências podem condicionar seriamente a vida das pessoas e impedir uma vida completa e realizada. Serão limitantes enquanto valorizamos as experiências que, no passado, nos deram dor, ou as que hoje nos embaraçam.

Para solucionar este problema, é essencial um acompanhamento profissional que encontre as causas inconscientes deste comportamento, mesmo as oriundas da infância, e assim permita libertarem-se dos medos da exposição social e encontrarem tranquilidade e harmonia neste contacto.

Fonte: Clinica da Mente. Porto

Saúde Mental nas Crianças

Postado em

Saúde Mental nas Crianças

Perturbações mentais são todos os conflitos emocionais que a criança tem que lhe trazem infelicidade.

Existem três fatores que condicionam o bem-estar mental da criança: Fatores Ambientais, Emocionais (distúrbios) e Biológicos.

Fatores Ambientais:

A criança é um ser humano em formação. Ao longo dos seus primeiros 18 anos de vida, a criança apreende a cultura da sociedade no ambiente que a envolve.

Esta aprendizagem é fundamental para um correto enquadramento social. Só somos felizes se os nossos comportamentos não entrarem em conflito com a sociedade. Então, só a correta aprendizagem dos valores e crenças, ou seja, da cultura do nosso povo, nos deixa sentir seguros e integrados.

Por processos de aprendizagem errados, tais como a convivência familiar desestruturada, falta de disciplina, bullying e as mais diversas formas de violência e agressões, as crianças desenvolvem valores e crenças errados que os tornam diferentes dos outros, com comportamentos que os isolam da sociedade, que dificultam a integração social, criando conflitos internos como a Depressão, Ansiedade, Perturbações Obsessivo-Compulsivas, Fobia Social, entre outros.

Tratamento: Cabe aos tutores (Pais, familiares e professores) mudarem as circunstâncias ambientais que levam à perturbação do jovem, quer seja mudar a atitude educacional como capacitando o jovem com uma estrutura emocional mais reativa, adequada ao ambiente em que ele vive. O tratamento psicoterapêutico é necessário na correção de estados já perturbadores.

Fatores Emocionais:

Tal como os adultos, as crianças podem desenvolver comportamentos perturbadores do seu bem-estar mental, como os Ataques de Pânico, Pensamentos Obsessivos e Depressão por Angústia, como resultado de distúrbios emocionais. Um distúrbio emocional acontece quando há uma má percepção da experiência que se vive. Estes erros de entendimento sobre o que sentimos podem levar a um distúrbio mental, em que sentimos sensações de mau estar contínuas sem razões aparentes, como a Perturbação Cíclica da Ansiedade (Ataques de Pânico) ou a Perturbação Cíclica da Angústia (Depressão por Angústia).

Tratamento: Intervenção Psicoterapêutica adequada na mudança de percepções das experiências vividas.

Fatores Biológicos:

A genética humana é semelhante entre os indivíduos. No entanto, nalguns seres humanos observam-se alterações genéticas que definem um padrão comportamental diferente dos demais. O cérebro, sendo um órgão do corpo humano, pode, em alguns indivíduos, desenvolver características diferentes.

Algumas crianças são diferentes no seu comportamento, por causa do seu diferente cérebro: estamos a falar dos jovens com Autismo, Asperger, Esquizofrenia, Demência, entre outras. Estas doenças do cérebro condicionam os comportamentos, desenquadrando a criança com o meio que a envolve, criando infelicidade e mau estar na criança.

Tratamento: O principal tratamento é aceitar essas crianças como diferentes, com características comportamentais próprias – mas crianças. Compreendendo a diferença e interagindo com as crianças respeitando as suas diferenças, estamos a criar crianças felizes. Não é isso que queremos? Crianças felizes?

Só nos fatores biológicos deverá ser admissível o uso de psicofármacos, pois nos casos de perturbações Ambientais e Emocionais, os psicofármacos apenas atuam nos sintomas, afetando a capacidade da criança de viver uma infância com energia e a vitalidade normal necessárias à correta aprendizagem.

Fonte: Pedro Brás, Psicoterapeuta HBM

El 96% de las personas con adicción al juego padecen fobia social, TDAH, trastorno obsesivo compulsivo o psicosis

Postado em

El 9% de los usuarios de móvil en España presenta una adicción.

El 9% de los usuarios de móvil en España presenta una adicción.

El 96% de los casos de adicción al juego patológico están asociados con otros trastornos mentales como fobia social, trastorno por déficit de atención e hiperactividad (TDAH), trastorno obsesivo compulsivo o psicosis.

Así lo han asegurado diversos expertos durante las II Jornadas de Adicciones Comportamentales y Patología Dual, organizadas por el Hospital General Universitario Gregorio Marañón, la Sociedad Española de Patología Dual (SEPD), la Fundación Patología Dual y el Plan Nacional de Drogas del Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad.

“De entre todas las adicciones comportamentales, la adicción al juego es la que cursa con más frecuencia con otros trastornos mentales, en concreto, en un 96% de los dos casos”, ha explicado el presidente de la Fundación Patología Dual, Néstor Szerman.

Ahora bien, a prevalencia en adultos del juego patológico se sitúa en torno al 1 o el 2%, mientras que en adolescentes las cifras aumentan al 3 al 8%. En este sentido, los expertos han avisado de que la modalidad de juego ‘on line’ cumple con “todos los requisitos para ser altamente adictiva”, todavía más que el juego presencial, por la estimulación visual, la posibilidad de jugar en solitario y con cuantía de apuestas baja, la disponibilidad y accesibilidad 24 horas y la privacidad.

“Los jugadores patológicos adultos juegan más que los jóvenes a la lotería o tragaperras, mientras que los jóvenes juegan más a las apuestas deportivas y póquer ‘on’ line’. Por tanto, las nuevas modalidades de juego por Internet se dirigen especialmente al colectivo joven, y las enfermedades que se asocian más frecuentemente a estas adicciones son la fobia social, el TDAH, el trastorno obsesivo compulsivo, la personalidad límite y la psicosis”, ha recalcado Szerman.

Estas declaraciones han sido corroboradas por el jefe de servicio de Psiquiatría B. del Hospital Gregorio Marañón de Madrid, Francisco Ferre, quien ha avisado de que las adicciones comportamentales están siendo “muy frecuentes” en jóvenes que sufren TDAH, por lo que ha destacado la importancia de que se conozca esta situación.

En el caso de la adicción a los teléfonos móviles, los expertos han reconocido que, mientras que estudios en Corea han reflejado una prevalencia de un 18% de casos diagnosticados, de los cuales un 24% requirieron ingreso hospitalario, en España los datos “no son tan alarmantes”, ya que esta adicción afecta a un 9% de los usuarios de móvil en España.

Ahora bien, un aspecto que “sí preocupa” es la edad temprana en el uso de estos aparatos ya que, según los últimos datos del Instituto Nacional de Estadística referidos al año 2014, un 63,5% de los niños en España de 10 a 15 años tienen móvil.

“Las cifras de adicción al móvil de niños y adolescentes en nuestro país varían según los estudios entre el 4 y el 10%. El uso de aparatos electrónicos es muy prevalente en niños y adolescentes, así como el insomnio acompañante causado por el tiempo que dedican a ello retrasando la conciliación del sueño y a la luz de las pantallas, entre otros motivos”, ha aseverado Ferre.

En cuanto a las adicciones comportamentales vinculadas a funciones corporales como el ejercicio, el sexo o la comida, los expertos han avisado de que los adictos al ejercicio enmascaran a menudo un trastorno obsesivo compulsivo. Además, respecto a la adicción al sexo, se asocia a patología ansiosa y de personalidad, especialmente en la variedad de la pornoadicción.

“Si bien, los estudios epidemiológicos en la población general son escasos, en relación a los trastornos de la conducta alimentaria un reciente metaanálisis indica que son más frecuentes en mujeres y no hay diferencias interétnicas. En general, se asocian a rasgos patológicos de personalidad como la emocionalidad negativa y la impulsividad, rasgos que se pueden presentar en otros trastornos mentales como el trastorno por uso de sustancias (incluyendo el tabaco), TDAH, obsesivos o pensamientos suicidas. También los deportistas de élite suelen sufrir alguno de estos trastornos, lo que indica que podríamos estar hablando de individuos con un alto nivel de auto-exigencia intrapersonal”, ha manifestado Ferre.

Otra adicción en auge es el problema de la dependencia emocional, un concepto no definido claramente para los profesionales y sobre el que se está alcanzando un consenso entre especialistas de salud mental.

“Es importante establecer un instrumento de medida que junte, en la medida de lo posible, los elementos comunes a los diferentes enfoques sobre lo que se considera dependencia emocional, que la mayoría de las veces se presenta junto a personalidades obsesivas, inmaduras, dependientes y con trastornos de ansiedad, así como con trastorno límite de personalidad”, ha comentado Ferre.

En este sentido, recalca, estos pacientes no tienen conciencia de que amar no es equivalente a sufrir y no lo refieren, por lo tanto, como un problema. El conocimiento de su existencia es lo más importante, en opinión de estos especialistas, para poder identificarlo.

“En los enfermos de patología dual, siendo conscientes de que hay mayor vulnerabilidad a este tipo de relaciones, habría que evaluar el tipo de relaciones de estos enfermos, prevenir y educar cuando aún no se han dado”, ha recomendado Szerman.

Finalmente, durante las jornadas, los especialistas han ofrecido datos sobre las adicciones a sustancias, en concreto, al alcohol. Actualmente, el 76% de los pacientes que solicitan asistencia por problemas relacionados con el uso de alcohol en la red de salud mental o en la red de drogodependencias cuentan con un diagnóstico de otro trastorno mental al mismo tiempo.

Por tanto, el alcohol se constituye como una de las sustancias con potencial adictivo con mayor uso entre los pacientes con trastornos mentales. Por este motivo, y con el objetivo de disminuir el consumo de alcohol y el impacto de este en todas las dimensiones del paciente, el Centro de Salud Mental de Retiro del Hospital Gregorio Marañón ha puesto en marcha el programa ‘Trastorno por Uso de Alcohol y Patología Dual’.

Y es que, a juicio del Szerman, es importante conseguir el abordaje integral y multidisciplinar de los pacientes con patología dual y trastorno por uso de alcohol.

Timidez e Fobia Social. Sintomas e Tratamento

Postado em

“A Timidez é um estado mental que impede a natural evolução das relações sociais.”

A Timidez é um estado mental que deriva da Ansiedade, ou seja, do medo de estar exposto aos outros, de comunicar com os outros. Este medo pode ter uma intensidade distinta em cada pessoa, criando desde pessoas reservadas até estados verdadeiramente fóbicos – Fobia Social.

A Timidez tem um impacto negativo na vida, pois impede a natural evolução das relações sociais, algo essencial ao ser humano.

Os casos de Fobia Social conduzem a estados depressivos ainda mais limitantes, incluindo à Depressão profunda, afastando o indivíduo de todo o contacto social.

Causas da Timidez e da Fobia Social

As pessoas tímidas acreditam que são inferiores, que podem ser agredidas ou envergonhadas no contacto com os outros, porque no passado existiram experiências traumáticas onde sofreram com o contacto social e, hoje, a recusa da exposição social reflete o medo de que situações semelhantes às anteriores voltem a acontecer.

Algumas das principais experiências traumatizantes são o Bullying  na escola, as agressões sofridas na infância e na adolescência, críticas e pressões por parte de pais e educadores.

Quem cora de forma evidente ou apresenta outro sintoma físico desagradável, tem medo em se expor, na tentativa de não ser observado de uma forma negativa e desconfortável.

Principais Sintomas da Timidez e da Fobia Social:

  • Sintomas da Ansiedade (aumento da frequência cardíaca, dificuldade em respirar, suores…)
  • Chorar
  • Mãos tremulas
  • Boca seca, dificuldade em falar
  • Gaguez
  • Evitamento Social, negação

TRATAMENTO DA TIMIDEZ E DA FOBIA SOCIAL

O modelo psicoterapêutico HBM ajuda quem sofre de timidez a libertar-se dos medos da exposição social, encontrando as causas inconscientes deste comportamento, mesmo as oriundas da infância. Através das técnicas utilizadas, os pacientes encontram tranquilidade e harmonia no contacto social, com a ajuda permanente dos psicoterapeutas que acompanham o paciente na sua natural aquisição de competências sociais que o ajudem a sentir-se integrado no seu meio social.